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10 previsões para cloud computing

Empresas querem se unir à Amazon, EMC/VMware, Google e outras no cloud para oferecer novas possibilidades aos clientes

Publicado: 02/05/2026 às 07:04
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5 minutos
10 previsões para cloud computing
Construção civil — Foto: Reprodução

Em alguns aspectos, o mercado de cloud computing ganhou corpo em 2008. Amazon, EMC/VMware, IBM, Google, Microsoft, Salesforce.com e outras dezenas de empresas lançaram produtos e serviços on-demand. De qualquer forma, no entanto, computação em nuvem ainda é relativamente novo. A platform-as-a-service do Google, a App Engine, está apenas no início, a plataforma de serviços da Microsoft Azure ainda está para ser lançada e Oracle e SAP estão assistindo e esperando para tomar alguma direção. Além disso, as empresas que adotaram o conceito ainda são minoria, já que a TI ainda vê riscos de segurança, implicações na governança e desafios na integração de dados.

E o que acontecerá? Por conta da recessão econômica, novos players surgirão como provedores de cloud e, por conta da crise, os departamentos de TI vão se render aos serviços de computação em nuvem como forma de “fazer mais com menos”.

1 – Mercado de cloud crescerá de forma constante

O crescimento deve ultrapassar a marca dos 20%. O número é apenas uma previsão e não resultado de uma pesquisa de mercado, mas um importante ponto de vista é que o mercado de cloud crescerá em taxas saudáveis – 10%, 20%, 30% ou mais – enquanto outros seguimentos da TI terão mais dificuldade para crescer. Cloud computing será uma opção para lidar com os orçamentos de TI mais restritos diante do ambiente econômico instável.

2 – Google continuará como player

O Google App Engine é uma alternativa interessante para desenvolvedores que estão buscando novos caminhos para produzir aplicativos Web. Mas, muitas startups devem aparecer, além de companhias de Web 2.0 e outros negócios de menor porte. Entre as empresas que utilizam o App Engine estão a BuddyPoke, que permite aos usuários criarem avatars 3-D, e a Pixverse, desenvolvedor de chat e outros aplicativos de media social.

3 – Falhas serão mais frequentes

Quando o serviço de storage da Amazon falhou por duas horas em fevereiro de 2008, S3-based Web relatou algumas falhas. Com mais empresas aderindo à computação em nuvem em 2009, duas coisas estão previstas. Primeira: a adição de novos clientes causará mais falhas como as vivenciadas pela Amazon. Segundo: os usuários de cloud estarão mais bem preparados. Aprendendo a lição, os gestores de TI terão planos de backups e cenários de recuperação, de forma que seus aplicativos não falhem quando o cloud falhar.

4 – Grandes empresas comprarão o conceito

Até agora, cloud computing tem se mostrado popular entre as empresas de menor porte, mas corporações e outras organizações passarão a aderir a computação em nuvem de forma mais agressiva em 2009. Por que? Porque eles podem. Ferramentas de gerenciamento, tecnologia de integração de dados e outros pré-requisitos estão se tornando cada vez mais disponíveis. Além disso, a promessa de redução de custo tem atraído as empresas.

5 – Estratégia da Microsoft

Se em 2008 a Microsoft falou pouco sobre sua estratégia em cloud computing, 2009 será o ano de começar a entregar o que prometeu – mas não se deve esperar muito. O Microsoft Windows Azure cloud operating system e seu correlato Windows Azure Platforma Services estão em desenvolvimento e a empresa não comenta quando eles serão apresentados. O mercado prevê algum serviço Azure na segunda metade de 2009, mas 2010 é algo mais provável.

6 – A chegada de novas ferramentas de gerenciamento

A Amazon tem prometido adicionar funcionalidades ao EC2 (Elastic Compute Cloud) no começo deste ano. A divisão Tivoli da IBM planeja adicionar o gerenciamento cloud em seus Tivoli Service Request Manager, Provisioning Manager e Monitoring products. Esses são apenas alguns exemplos do que está por vir. Haverá muito mais.

7 – Startups ganharão Mercado

Em setembro de 2008, a InformationWeek EUA apresentou 20 startups de cloud computing que poderiam gerar grande impacto no mercado. Em outubro, oito foram adicionadas à lista. Algumas semanas atrás, o fornecedor de gerenciamento cloud RightScale anunciou ter fechado US$ 13 milhões em funding.

8 – Cloud híbrido

Departamentos de TI vão crier clouds híbridos, ou seja, público-privado. Para isso, utilizarão a virtualização, APIs e plataformas como Elastra Cloud Server para arquitetar ambientes cloud em seus próprios data center.

9 – Segurança de dados

Está aumentando o número de gestores de TI que estão confortáveis em relação ao nível de segurança de dados oferecido pelos provedores de cloud computing, que cloud security é tão boa ou melhor que muitos departamentos de TI poderiam oferecer internamente. Isso pode ser verdade, mas isso só será válido quando os argumentos ganharem exposição, ou seja, usuários finais, reguladores e outros grupos terão que ser convencidos de que a computação em nuvem é realmente segura.

10 – A Oracle deve se tornar provedor de cloud

Depois de assistir o êxito da Salesforce com o modelo SaaS, a Oracle vê agora a Salesforce e outras empresas crescerem com a oferta de platform-as-a-service, que confere aos desenvolvedores tudo o que eles precisam para criar e rodar aplicativos no ambiente cloud. Diante disso, o database da Oracle agora é uma opção ao Amazon EC2 e a empresa já oferta aplicativos através do Oracle On Demand. O próximo passo deve ser database, rodar e criar aplicativos web, oferecidos pela própria Oracle.

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