Introdução Ocasionalmente os fabricantes de chipsets e placas mãe lançam produtos espetaculares, não é muito comum, mas existiram combinações que fizeram muito sucesso no passado como os famosos chipsets Intel 440BX, o VIA KT133A, o nForce2 Ultra, a família i865/i875 e outros tantos que nas mãos dos engenheiros da ABIT, ASUS, EPOX, entre outras que […]
Ocasionalmente os fabricantes de chipsets e placas mãe lançam produtos espetaculares, não é muito comum, mas existiram combinações que fizeram muito sucesso no passado como os famosos chipsets Intel 440BX, o VIA KT133A, o nForce2 Ultra, a família i865/i875 e outros tantos que nas mãos dos engenheiros da ABIT, ASUS, EPOX, entre outras que se tornaram referências de performance e estabilidade. Em contra partida temos chipsets, e são muitos, que demoram a decolar no mercado ou até mesmo passam despercebidos, sem fazer sua história entre a comunidade que gosta de hardware.
), mas também por ser o primeiro a combinar uma série de recursos extremamente interessantes, como o PCI Express, as controladoras Serial ATA II com RAID integrado, Gigabite LAN com firewall integrado, e o suporte os processadores Athlon 64 com soquete 939, a grande sensação do momento.
O nForce 4 é um grande sucesso e terá uma versão para processadores Intel no curto prazo, mantendo as principais características. Certamente veremos ótimas placas mãe para as duas plataformas produzidas pelos mais diversos fabricantes, mas qual desses fabricantes fará a “melhor placa”?
Até pouco tempo atrás eu tinha uma preferência pessoal pelas placas da ABIT, inclusive uso uma em minha máquina pessoal e esta já é a quarta ou quinta placa da marca desde tive minha primeira experiência com ela. A tendência seria eu manter essa preferência em função dos últimos lançamentos da marca como a linha “Fatal1ty”, tanto o modelo AA8XE (i925XE) quanto o novo AN8 (nForce4), mas os últimos contatos com os produtos da DFI foram tão interessantes e prazerosos que meu “coração” está balançando pela primeira vez em seis anos.
A DFI sempre foi conhecida por fazer ótimas placas mãe, uma das mais fortes no segmento OEM (fabricando para terceiros), mas só alcançou a comunidade dos “apaixonados” ( Computer Enthusiast marketem inglês) com o lançamento da linha Lan Party. Eram placas belas, com vários acessórios coloridos e muito completas, mas ainda faltava algo, e isso foi resolvido no final de 2003 quando o engenheiro Oskar Wu, da ABIT e responsável pelas melhores criações da casa, passou a integrar a equipe da DFI, revolucionando as placas mãe existentes.
A primeira mudança foi justamente na linha Lan Party, que ganharam novas revisões (placas completamente novas, com novos recursos e ótima performance) e aos poucos as demais linhas de produto foram recebendo as mesmas melhorias. No final do ano passado testamos duas delas, a DFI Infinity nForce2 Ultra (idêntica à Lan Party nForce2) e a DFI Lan Party UT NF3 250Gb para Athlon64 com soquete 754, que podem ser vistas no artigo
“DFI vs ABIT” e que me surpreenderam em vários aspectos. Considero até hoje as duas como as melhores placas do mercado para os respectivos processadores.
Faltava uma placa da DFI para o soquete 939 do Athlon64, e ela finalmente chegou em três versões distintas:
A placa que recebemos é a mais simples delas, sem a controladora Serial ATA de 4 portas Sil3114 (mas com as 4 portas nativas do chipset Serial ATA II), sem o sistema de diagnostico com leds e sem o FrontX, uma baia frontal que facilita a conexão com periféricos externos.
Uma placa como essa, com tamanhos ajustes e configurações incomuns que permitem níveis de overclock altíssimos, não pode ser avaliada adequadamente em tão poucas páginas, por isso o artigo de hoje é só uma detalhada apresentação, farei outros pra vocês abordando mais detalhes e espero que no fim dessa série tenhamos um conjunto de artigos que não só sirvam para mostrar a capacidade especificamente dessa placa, mas para qualquer outra nForce4 existente no mercado.