ITF Portal - Banner Topo
Slot: /23408374/itf-ad-banner-topo
720x300, 728x90, 728x210, 970x250, 970x90, 1190x250
cibersegurança
mulheres na cibersegurança
mulheres no mercado de trabalho

4 passos para aumentar presença feminina em cibersegurança

Apenas 25% das profissionais de tecnologia que trabalham com segurança cibernética são mulheres, de acordo com o artigo “Empowering Women to Work in Cybersecurity Is a Win-Win”, do Boston Consulting Group. Segundo a consultoria, 57% das organizações relatam que vagas de trabalho na área não foram preenchidas e que incentivo à entrada de mulheres nesse […]

Publicado: 21/03/2026 às 17:11
Leitura
3 minutos
segurança, mulher, segurança cibernética
Construção civil — Foto: Reprodução

Apenas 25% das profissionais de tecnologia que trabalham com segurança cibernética são mulheres, de acordo com o artigo “Empowering Women to Work in Cybersecurity Is a Win-Win”, do Boston Consulting Group. Segundo a consultoria, 57% das organizações relatam que vagas de trabalho na área não foram preenchidas e que incentivo à entrada de mulheres nesse campo não só diminuiria a iniquidade de gênero no setor como também contribuiria para solucionar o gap de mão de obra especializada.

A pesquisa revelou que cerca de 78% das entrevistadas (de 26 países) disseram que o interesse na área de exatas foi despertado no ensino médio, o que, de acordo com a análise do BCG, já é um ponto crítico. Já 82% afirmaram ter algum ou muito conhecimento sobre segurança cibernética, mas 37% disseram encarar a profissão como difícil de proporcionar um bom equilíbrio entre vida pessoal e trabalho, de render um bom salário, e não veem como a área contribui com a sociedade.

Além disso, 70% das entrevistadas que afirmaram saber algo sobre segurança cibernética disseram ter uma pessoa como modelo, que as inspirou a se aprofundarem no assunto.

A análise do BCG sugere que não é o acesso à informação que impede mulheres de entrarem na área de cibersegurança, mas sim questões culturais e sociais, como as responsabilidades da vida doméstica, que limitam a capacidade dessas profissionais de se desenvolverem e alavancarem suas carreiras.

A consultoria deu quatro passos para mudar o cenário:

  • Pipeline de talentos: dar às mulheres maior acesso à educação em segurança cibernética ampliaria o pipeline de talentos. Também é preciso despertar o interesse das meninas no ensino fundamental e desmistificar a carreira na área de segurança cibernética como exclusiva de homens e tecnologicamente elitista.
  • Recrutamento: é preciso garantir que as mulheres sejam incluídas e tratadas com igualdade, e evitar procurar pessoas semelhantes aos atuais funcionários – maioria formada por homens – o que pode excluir as mulheres, principalmente as mais jovens.
  • Retenção: o foco na retenção de mulheres na segurança cibernética deve abordar compensação, preconceitos de gênero e mais. A promoção de uma cultura no local de trabalho inclusiva e a implementação de políticas de diversidade, equidade e inclusão são os principais fatores para a retenção de funcionárias.
  • Avançar: Mover as pessoas para cargos de liderança e fazê-lo de forma equitativa. Mentores são cruciais para o avanço delas para cargos de liderança em segurança cibernética e para ajudá-las a navegar no setor em geral e construir perspicácia nos negócios.
As melhores notícias de tecnologia B2B em primeira mão
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada
Imagem do ícone
Notícias
Imagem do ícone
Revistas
Imagem do ícone
Materiais
Imagem do ícone
Eventos
Imagem do ícone
Marketing
Imagem do ícone
Sustentabilidade
Autor
Notícias relacionadas