ITF Portal - Banner Topo
Slot: /23408374/itf-ad-banner-topo
720x300, 728x90, 728x210, 970x250, 970x90, 1190x250
cibersegurança
Segurança cibernética
Thales
Trabalho híbrido
trabalho remoto

47% dos executivos de TI não confiam na proteção dada ao trabalho remoto

Segundo estudo da Thales, 90% das empresas brasileiras estão preocupadas com cibersegurança do home-office

Publicado: 11/03/2026 às 01:07
Leitura
3 minutos
Construção civil — Foto: Reprodução

Os profissionais brasileiros de tecnologia (ou ao menos 90% deles) se dizem preocupados com os riscos e ameaças cibernéticas que rondam o trabalho remoto e híbrido, e 61% dizem que usam principalmente ferramentas tradicionais, como VPNs, para viabilizar o acesso oferecido aos funcionários. O problema é que quase metade (47%) diz não confiar que os sistemas de segurança que usam efetivamente protegem essa modalidade de trabalho.

Os dados fazem parte de um estudo global da Thales – o Índice de Gerenciamento de Acesso 2021 –, encomendado à 451 Research. O objetivo foi entender principalmente riscos e desafios de segurança causados pelo aumento do trabalho remoto e o uso da nuvem.

A pesquisa também descobriu que a COVID-19 teve impacto na infraestrutura de segurança, particularmente no gerenciamento de acesso e autenticação. Isso levou as empresas a aumentarem a adoção de estratégias modernas de segurança, como Zero Trust.

Panorama de soluções

De acordo com o índice da Thales, as empresas têm vários sistemas diferentes implantados para acesso remoto, sendo a VPN a mais comum. Infraestrutura de área de trabalho virtual, acesso baseado em nuvem e acesso à rede Zero Trust/perímetro definido (ZTNA/SDP) vieram logo depois.

Quando perguntados sobre quais novas tecnologias de acesso planejavam implantar devido à pandemia, quase metade (43%) indicou ZTNA/SDP (zero trust network access/ software-defined perimeter) como uma das principais escolhas tecnológicas.

O estudo também descobriu planos dos entrevistados de ir além dos ambientes VPN tradicionais: 42% esperam substitui-la por ZTNA/SDP, enquanto 44% esperam implantar uma solução de gestão de acesso na nuvem baseada em políticas, autenticação multifator (MFA) e SSO.

“Os resultados da pesquisa demostram que a maioria dos profissionais de segurança e privacidade no Brasil já adotaram uma política de Zero Trust [27%] ou estão planejando sua implantação por meio de um plano formal [26%]. Ainda estamos iniciando essa jornada, mas os números são promissores visto que representam mais da metade das empresas entrevistadas”, diz Sérgio Muniz, diretor de gestão de acesso e identidade da Thales na América Latina.

Entre os entrevistados, 42% disse adotar autenticação de dois fatores, 64% para funcionários remotos que não são de TI e 50% para diferentes perfis de terceiros acessando sistemas, como consultores, parceiros e fornecedores. O investimento em MFA ainda fica atrás de outras ferramentas de segurança como firewalls, segurança de endpoint, SIEM e segurança de e-mail.

As melhores notícias de tecnologia B2B em primeira mão
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada
Imagem do ícone
Notícias
Imagem do ícone
Revistas
Imagem do ícone
Materiais
Imagem do ícone
Eventos
Imagem do ícone
Marketing
Imagem do ícone
Sustentabilidade
Autor
Notícias relacionadas