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5 dicas para quem quer ter um negócio de impacto social

O empreendedorismo de impacto social reserva algumas particularidades em relação a negócios tradicionais. Ater-se a essas diferenças é importante para garantir seu alcance e sucesso. Empresas de impacto social, quase sempre, estão ligadas a questões de bem-estar da população, entre elas, saúde, habitação, alimentação, educação e inclusão e diversidade. São iniciativas focadas em promover a […]

Publicado: 21/03/2026 às 10:28
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4 minutos
ESG
Construção civil — Foto: Reprodução

O empreendedorismo de impacto social reserva algumas particularidades em relação a negócios tradicionais. Ater-se a essas diferenças é importante para garantir seu alcance e sucesso.

Empresas de impacto social, quase sempre, estão ligadas a questões de bem-estar da população, entre elas, saúde, habitação, alimentação, educação e inclusão e diversidade. São iniciativas focadas em promover a transformação de uma realidade social, causar resultados positivos em uma comunidade ou ampliar as perspectivas de pessoas marginalizadas pela sociedade.

Para Nelson Andreatta, CEO da Eats for You, a inspiração para o negócio veio da infância. “Minha mãe mudou a própria história e da minha família empreendendo, além de exercer atividades sociais em instituições nas proximidades de Jataí, Goiás, minha cidade natal. Crescer com esta referência me faz acreditar que o empreendedorismo é uma das chaves capazes de emancipar o indivíduo e é isso que busco fazer ao impactar diariamente o sistema de produção, comercialização e logística de alimentação em nosso país”, observa o publicitário que, hoje, atua ativamente para gerar renda para donas e donos de casa, além de viabilizar o acesso à refeições de alta qualidade com valores acessíveis ao trabalhador brasileiro.

Para inspirar novos empreendedores interessados em seguir na área de impacto social ou mesmo quem já é do ramo e busca atuar em parceria com empresas conectadas com causas ESG, Nelson Andreatta selecionou cinco dicas importantes:

1. Tenha uma conexão direta com a causa social escolhida

Andreatta lembra que o empreendedorismo social tem por premissa envolver pessoas e empresas com uma causa. Em sua visão, é essencial conhecer bem de perto a questão social que você deseja resolver. “Procure vivenciar essa realidade e desenvolver uma real conexão com o assunto. Esse envolvimento emocional e quase “visceral” em querer gerar melhores condições para um grupo de pessoas é que irá mobilizar o time, empresas e investidores em prol da causa”, destaca.

2. Guie seus passos por um propósito genuíno

Além de conhecer a realidade, conduza suas ações com propósito, reforça o empreendedor. “Busque entender a fundo sobre a causa e mapeie os diferenciais, as fortalezas e as fraquezas para que possa desenvolver estratégias assertivas conectadas ao propósito da sua causa. Planejamento ligado a propósito é fundamental nesta jornada”, aconselha.

3. Apresente uma proposta de valor muito clara

Embora o empreendedorismo de impacto social não tenha como objetivo principal dar lucro, é importante que a empresa cresça e que tenha potencial para ajudar ainda mais pessoas em situação de vulnerabilidade. Afinal, esta é a única maneira de gerar impacto de forma sustentável. “Apresente sempre uma proposta de valor clara e engajadora, fundamentada em uma estratégia capaz de direcionar a sua empresa para onde de fato deve ir. Para isso, gerar soluções sociais inovadoras e com capacidade de ser escaláveis”, destaca Andreatta.

4. Seja transparente com todos os envolvidos

Para Andreatta, transparência é a palavra de ordem em empreendedorismo de impacto social. Por isso, é importante criar processos confiáveis e bem estruturados e apresentá-los periodicamente para todos os stakeholders envolvidos na ação. “Faça isso pró-ativamente, tenha sempre métricas claras e apresente ao seu time e parceiros periodicamente”, indica.

5. Exerça a resiliência

“Você vai ouvir muitos “nãos”, mas seja persistente”, incentiva Andreatta. “Mais do que desenvolver resiliência, exerça a antifragilidade. Esse conceito é explorado no livro “Anti-frágil”, de autoria de Nassim Nicholas Taleb. Segundo o autor, enquanto ser resiliente é aguentar toda a pressão, viver na antifragilidade é se transformar perante situações imprevisíveis. É abraçar desafios e questões aleatórias para ganhar energia e seguir em frente”, resume.

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