Para conseguir enganar os usuários na hora de enviar uma mensagem, os cibercriminosos costumam “maquiar” um arquivo malicioso para que ele pareça mais interessante ou importante, conforme aponta a Kaspersky. De acordo com a empresa de segurança, essa maquiagem pode consistir em tentar fazer com que a mensagem se pareça com um documento de trabalho, […]
Para conseguir enganar os usuários na hora de enviar uma mensagem, os cibercriminosos costumam “maquiar” um arquivo malicioso para que ele pareça mais interessante ou importante, conforme aponta a Kaspersky. De acordo com a empresa de segurança, essa maquiagem pode consistir em tentar fazer com que a mensagem se pareça com um documento de trabalho, um cartão-presente ou uma oferta irresistível.
Pensando nisso, a Kaspersky publicou um artigo recentemente explicando quais os tipos de arquivos mais usados no último ano pelos golpistas para esconder malware e como é possível gerenciar anexos potencialmente perigosos com mais segurança.
Conforme a companhia, os quatro tipos de arquivos preferidos dos cibercriminosos para esconder malware são os seguintes: arquivos ZIP e RAR, documentos do Microsoft Office, arquivos PDF e imagens de disco IMG e ISO.
Como se proteger
Não é preciso colocar todas as mensagens que tenham anexos ou documentos nos formatos acima para a pasta de spam do e-mail para proteger a sua equipe de malware, destaca a Kaspersky. Em vez disso, a empresa destaca algumas regras simples para evitar problemas com golpes e arquivos maliciosos. Confira abaixo!