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Blockbuster
Palm
Theranos

7 grandes empresas de tecnologia que faliram na última década

A década de 2010 foi uma época de grandes mudanças para as empresas de tecnologia. Após o fantasma da bolha da internet e o surgimento de novidades como 4G e smartphones, o mercado digital floresceu e, junto com isso, a competitividade atingiu níveis que o setor nunca tinha presenciado.  Da mesma forma que muitas empresas […]

Publicado: 13/05/2026 às 20:49
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4 minutos
Construção civil — Foto: Reprodução

A década de 2010 foi uma época de grandes mudanças para as empresas de tecnologia. Após o fantasma da bolha da internet e o surgimento de novidades como 4G e smartphones, o mercado digital floresceu e, junto com isso, a competitividade atingiu níveis que o setor nunca tinha presenciado. 

Da mesma forma que muitas empresas souberam como “pegar essa onda”, muitas não conseguiram se adaptar com a mudança e acabaram “morrendo na praia”, seja por perda de mercado ou por não conseguirem cumprir as propostas de negócio feitas. 

Abaixo, trouxemos uma lista de 7 marcas que, apesar de um dia já terem sido referências em seus mercados, acabaram ficando para trás na corrida financeira. São elas: 

Blockbuster 

Ano de fundação: 1985 

Maior valor de mercado alcançado: US$ 8,4 bilhões em 1994 

Período em que declarou falência: setembro de 2010 

 A empresa, que já foi referência no setor de aluguel de filmes por DVDs ou CDs, não conseguiu se adaptar à chegada das concorrentes de streaming e ao crescimento de pirataria. A companhia declarou falência em 2010 e, agora, existe apenas uma unidade da Blockbuster aberta em todo o mundo, localizada em Oregon, nos EUA. 

Palm 

Ano de fundação: 1992 

Maior valor de mercado alcançado: US$ 53,3 bilhões em 2000 

Período em que declarou falência: 2011 

A Palm começou 2010 com grandes projetos. Dona de um hardware que lembrava muito smartphones e o software que roda todas as aplicações, tudo indicava que a empresa estaria entre as líderes do setor. 

Porém, ela foi vendida para a HP em 2010, que descontinuou o hardware e implementou o software dentro do seu sistema próprio, que não fez o sucesso esperado. 

Compaq 

Ano de fundação: 1982 

Maior valor de mercado alcançado: US$ 40 bilhões em 2000 

Período em que declarou falência: 2013 

A empresa, que já foi uma das principais vendedoras de computadores pessoais nos EUA, perdeu o fôlego após ser comprada pela HP em 2002. No ano de 2013, a marca deixou de existir para priorizar os equipamentos produzidos pela Hewlett Packard.  

 AltaVista 

Ano de fundação: 1995 

Maior valor de mercado alcançado: US$ 2,3 bilhões em 1999 

Período em que declarou falência: 2013 

Comprado pelo Yahoo! Em 2003, o buscador perdeu espaço ao longo dos anos até ter sua marca descontinuada em 2013. 

Pebble 

Ano de fundação: 2012 

Maior valor de mercado alcançado: US$ 740 milhões em 2015 

Período em que declarou falência: 2016 

Uma das primeiras a produzir e vender relógios inteligentes, a Pebble teve dentro da sua história o mérito de ser a campanha mais rentável já realizada pelo Kickstarter.  

A empresa lutou para competir com gigantes como Apple e Google, mas não conseguiu conduzir os negócios e acabou sendo vendida para a Fitbit por menos de US$ 40 milhões em 2016. 

Path  

Ano de fundação: 2010 

Maior valor de mercado alcançado: US$ 500 milhões em 2013 

Período em que declarou falência: 2018 

A rede social procurou por anos se posicionar como concorrente para o Facebook, mas não conseguiu alcançar a rival e se viu perdendo usuários ao longo dos anos. 

Theranos 

Ano de fundação: 2003 

Maior valor de mercado alcançado: US$ 10 bilhões em 2014 

Período em que declarou falência: 2018 

 A história da startup é uma das mais controversas dos últimos anos. De empresa bilionária que prometia apresentar resultados de mais de 200 exames com uma única de sangue, descobriu-se que os processos laboratoriais da marca não eram os adequados e que, na verdade, ela estava bem longe de chegar ao nível em que ela afirmava estar.  

Sua fundadora, Elizabeth Holmes, foi processada e proibida de atuar na área de saúde nos próximos anos 

*Com informações do Business Insider 

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