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75% dos profissionais em home office se consideram extremamente felizes

A maioria dos profissionais brasileiros que pode atuar no modelo home office se considera “extremamente feliz” pela forma de trabalho, apontou pesquisa realizada pela Alelo. O estudo ouviu mais de 2,7 mil colaboradores, em dezembro de 2021. Segundo a pesquisa, 56% dos profissionais ouvidos afirmaram que se adequaram muito bem e melhor do que atuando […]

Publicado: 15/03/2026 às 17:14
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Construção civil — Foto: Reprodução

A maioria dos profissionais brasileiros que pode atuar no modelo home office se considera “extremamente feliz” pela forma de trabalho, apontou pesquisa realizada pela Alelo. O estudo ouviu mais de 2,7 mil colaboradores, em dezembro de 2021.

Segundo a pesquisa, 56% dos profissionais ouvidos afirmaram que se adequaram muito bem e melhor do que atuando presencialmente. E desses, 75% se consideram extremamente felizes, com 29% afirmando possuir um espaço de trabalho dedicado para o home office.

Entre os pontos positivos do trabalho remoto foram destacados: utilizar o tempo de deslocamento até o escritório para outras atividades (50%); ter mais tempo para estar com a família (44%); e conciliar atividades do emprego e de casa (40%).

Leia mais: 70% dos profissionais não querem trabalhar presencialmente após a pandemia

O home office também contribui positivamente para o aumento de produtividade e foco na visão de 41% dos respondentes.

Entretanto, o trabalho remoto não é realidade para todos. A maior parte (66%) afirmou que permaneceu frequentando o local de trabalho presencialmente durante a pandemia. Apenas 33% aderiram totalmente o modelo remoto ou o modelo híbrido.

A pesquisa ainda correlaciona o formato de trabalho com a renda. Considerando quem recebe uma renda mensal de até R$ 3.135,00, 57,5% tem preferência pelo trabalho presencial, enquanto os maiores percentuais daqueles que têm preferência por trabalho 100% remoto estão entre quem ganha acima de R$5 mil.

Outro dado apontado pelo estudo é que o trabalho remoto ainda não é visto como prioridade em propostas de emprego para a maioria dos respondentes (53%). Já 32% afirmam ser um critério importante, mas não decisivo e 14% alegam que esse é um fator essencial para a decisão.

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