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Pandemia

82% das empresas tiveram melhora após período crítico da pandemia

A Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) revelou nesta semana que 82% das empresas têm a percepção que o cenário econômico do Brasil melhorou. A visão compara os dias atuais com o período mais crítico da pandemia, no mês de abril. Por outro lado, para 10% das pesquisadas, o cenário permanece inalterado e […]

Publicado: 24/04/2026 às 07:20
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Construção civil — Foto: Reprodução

A Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) revelou nesta semana que 82% das empresas têm a percepção que o cenário econômico do Brasil melhorou. A visão compara os dias atuais com o período mais crítico da pandemia, no mês de abril. Por outro lado, para 10% das pesquisadas, o cenário permanece inalterado e as demais (8%) acreditam que a conjuntura atual está pior que a verificada em abril deste ano.

A associação ouviu 53 empresas entre 8 e 15 de setembro para acompanhar os impactos do coronavírus na atividade do setor eletroeletrônico. Outro dado interessante da pesquisa é que 75% das entrevistadas que importam componentes ou insumos da China estão com o fornecimento normalizado, e para 48% o processo está totalmente normalizado, enquanto 27% reportam que está parcialmente normal.

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De acordo com a pesquisa, 25% das empresas informaram que ainda estão percebendo problemas de fornecimento daquele país. Alternativas para o fornecimento também estão sendo buscadas, como desenvolvimento de fornecedores no mercado interno (36%); aquisição destes itens de fornecedores já existentes no mercado local (23%); importação de componentes ou insumos de outros países, tais como: Japão, Coréia do Sul, Taiwan, Vietnã, Estados Unidos, Alemanha, entre outros (13%).

Alternativas para sobrevivência

O estudo também mostra que 64% das entrevistadas adotaram alguma medida emergencial anunciada pelo governo com o objetivo de amenizar os impactos econômicos da pandemia de Covid-19, como por exemplo:

• Redução de salário e jornada de trabalho;
• Flexibilização das férias;
• Suspensão temporária de contrato de trabalho;
• Utilização de banco de horas;
• Postergação do recolhimento do Fundo de Garantia;
• Postergação do recolhimento de impostos;
• Isenção do IOF sobre operações de crédito;
• Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) – financiamento para capital de giro;
• Postergação de pagamentos de financiamentos;
• Linhas de financiamentos; entre outros.

Segundo a pesquisa, as medidas foram extremamente relevantes para 19% das entrevistadas; muito importantes para 24% e relevantes para 15% das pesquisadas. Por outro lado, 21% das empresas consideraram as medidas pouco relevantes e as demais (21%) não perceberam relevância nessas ações. Paralelamente, 64% das entrevistadas recorreram a recursos financeiros no mercado de crédito em razão da pandemia. Deste total, 29% tiveram acesso ao crédito sem dificuldades; 43% conseguiram os recursos, porém com dificuldades; para 19% a solicitação ainda está em análise e 9% não conseguiram o crédito.

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