Esta coluna deveria ter sido publicada há algumas semanas. Mas houve o lançamento das aceleradoras gráficas Radeon HD 6800 da AMD, que exigiu uma longa série de colunas, seguida pela feia briga de comadres entre Facebook e Google, que pedia um comentário. E, afinal, no que diz respeito ao nosso assunto de hoje, as coisas […]
Esta coluna deveria ter sido publicada há algumas semanas. Mas houve o lançamento das aceleradoras gráficas Radeon HD 6800 da AMD, que exigiu uma longa série de colunas, seguida pela feia briga de comadres entre Facebook e Google, que pedia um comentário. E, afinal, no que diz respeito ao nosso assunto de hoje, as coisas não iriam mudar nestas últimas semanas. Portanto, resolvi adiar um pouco. Mas deixar de comentar é impossível. Pois, afinal, trata-se de um fato histórico.

Pois acontece que nesta data (na verdade, em 22 de outubro passado) cumprimos o doloroso dever de comunicar ? mais uma vez – a morte oficial do sistema operacional mais bem sucedido da linha PC.
Note que eu pensei em escrever “melhor”, em vez de “bem sucedido”. Mas, se o fizesse, iria suscitar a costumeira polêmica e, honestamente, já não tenho mais paciência para ela. Então ficou mesmo “bem sucedido” porque o sucesso do Windows XP é inegável e fácil de demonstrar (e se alguém desejar argumentar que algum sistema operacional que detém menos de 5% do mercado ? ver Figura 1 ? é melhor ou mais bem sucedido que o XP está livre para fazê-lo nos comentários mas não espere que eu morda a isca e entre na vã e estéril discussão que isto sempre provoca). Pois, ao fim e ao cabo, embora oficialmente morto, o XP ainda se aboleta em pelo menos metade das máquinas em funcionamento no planeta. E, quem sabe, em mais algumas fora dele pois não duvido que orbitando a Terra ainda tenha sobrado alguma máquina rodando o XP ou uma de suas adaptações em alguma velha estação espacial ou satélite lançado há alguns anos.
Mas vamos por partes.