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Invasão, destruição, extorsão – parte 2 a aproximação

Semana passada comecei a contar a história “Invasão, destruição, extorsão-parte 1” (se você ainda não leu faça isso para entender essa continuação da história). CLARCK (o nickname fictício do meliante virtual), resolveu atender o meu chamado no ICQ. No início ele não sabia quem eu era. Tentei abordá-lo de forma “política”, enaltecendo sua “obra”, mas […]

Publicado: 12/05/2026 às 23:08
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3 minutos
Invasão, destruição, extorsão  –  parte 2 a aproximação
Construção civil — Foto: Reprodução

Semana passada comecei a contar a história “Invasão, destruição, extorsão-parte 1” (se você ainda não leu faça isso para entender essa continuação da história).

CLARCK (o nickname fictício do meliante virtual), resolveu atender o meu chamado no ICQ. No início ele não sabia quem eu era. Tentei abordá-lo de forma “política”, enaltecendo sua “obra”, mas pedindo que parasse de fazer aquilo. Era a minha primeira tentativa educada para tentar resolver a situação.

Vou a partir de agora reproduzir os trechos importantes de minha conversa com o CLARCK. Fui obrigado a capturar as telas para manter a linguagem original utilizada, aquele horrível dialeto internetês que já foi devidamente e justamente crucificado no artigo Eu sei escrever do Paulo Couto. Eu sei que é meio chato ler dessa forma mas só assim vocês vão imergir totalmente nessa bizarra história.

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Depois desse breve diálogo (que foi resumido) ele “sumiu”, não respondia mais aos meus chamados. Um belo dia ele pichou outro site e deixou um endereço e-mail hotmail. De novo pude localizá-lo e nossa conversas seguiram pelo messenger. Como ele não parava de destruir os sites eu já estava bem aborrecido, beirando a irritação.

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Vejam que até esse ponto ele estava ainda me estudando mas já começava a bancar o poderoso com suas capacidades e possibilidades, dizendo que tinha invadido aqui, invadido ali, que tinha uma “tchurma”, um clã!!! Por outro lado ele não fazia nem idéia do era um “backdoor”, um “zumbi”… muito estranho. Ou ele era um hacker “meia-boca” ou estava plantando verde para colher maduro. Estranho era ele dizer que queria saber da “minha cura”.

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Eu estava começando a ser levado na conversa dele. Ele queria de toda forma saber qual seria a contra medida que eu iria tomar para me proteger dele. Estranho pois no meio da conversa dizer que usou só recursos de Windows??!! Estranho. Até de ignorante ele me chamou, embora quase educadamente. Mas o espanto foi mesmo ele começar a se insinuar querendo “trabalhar comigo”. Era o começo de uma aproximação muito perigosa.

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Juro para vocês que nessa hora eu estava tremendo nas base. Ele veio com este papo de amiguinho, que queria ajudar, que ia arrumar tudo para mim. O fulano sacou lá de seu micro os dados completinhos e perfeitos de um dos clientes da empresa que segundo ele estavam um tabela com todos os nossos dados. Eu não acreditei nisso mas de onde ele tinha tirado esses dados todos? Saberemos isso na próxima coluna para entender o que ele quis dizer com “BORA AO Q. INTERESSA”!!!!

Até semana que vem…

Para ler a continuação deste artigo clique aqui .

Invasão, destruição e extorsão-parte 1 a invasão Invasão, destruição e extorsão-parte 2 a aproximação Invasão, destruição e extorsão-parte 3 a negociação Invasão, destruição e extorsão-parte 4 a defesa Invasão, destruição e extorsão-o fim de CLARCK

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