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Uso as baterias novas ou a velha?

Há algumas semanas eu contei um episódio interessante que acontecera com meu notebook DELL, a morte prematura da segunda bateria (cada uma durara pouco mais de oito ou nove meses). Contei em detalhes minhas descobertas na coluna Dell “battery blues” , que recomendo a leitura. Na seqüência deparei-me com o alto custo para repor a […]

Publicado: 14/05/2026 às 07:32
Leitura
6 minutos
Uso as baterias novas ou a velha?
Construção civil — Foto: Reprodução

Há algumas semanas eu contei um episódio interessante que acontecera com meu notebook DELL, a morte prematura da segunda bateria (cada uma durara pouco mais de oito ou nove meses). Contei em detalhes minhas descobertas na coluna Dell “battery blues” , que recomendo a leitura. Na seqüência deparei-me com o alto custo para repor a bateria morta, pois o preço praticado pela Dell no Brasil é muito alto, R$ 320,00 em janeiro passado. O amigo T-Rodman tinha dado a dica de comprar pelo E-Bay (nos EUA) uma bateria nova, sendo entregue aqui no Brasil.

Resumindo, para chegar logo no ponto central, em poucos dias recebi minha compra pelo correio, sem ter que pagar os impostos de importação (já estava contando em pagar mas se a receita não cobrou, não posso fazer nada). Comprei duas baterias e não uma só. Afinal assim eu já me previno de problemas futuros. Pagando só US$ 55 (com o frete incluído-R$ 93 aproximadamente), foi melhor já comprar duas.

Mas ao chegarem tive uma dúvida muito grande. Qual seria a melhor forma de usar estas baterias? Percebi que teria várias alternativas.

1 -Jogo fora a velha (óbvio), e uso uma das novas todo dia, substituindo aquela que está ruim. Eu a utilizarei até o dia que apresentar o mesmo problema das duas anteriores (morte prematura aos oito para nove meses). Só então passarei a usar a segunda bateria nova.

2 -Jogo fora a velha, e uso as baterias novas de forma alternada. Um dia uso uma, outro dia uso outra. Assim, pelo menos em tese, eu dobro a vida útil do meu sistema de baterias (usando duas ao mesmo tempo-de forma alternada).

3 -Continuo usando a bateria velha e só em ocasiões “especiais” troco a bateria por uma das novas. Este jeito parece incômodo e desconfortável mas…

No meio do caminho tive a oportunidade de fazer uma viagem para o exterior e logo me vi diante de outro cenário. Levo a bateria nova, levo as duas? Só para que vocês saibam eu sempre gosto muito de escrever quando estou viajando, a bordo do avião. É uma forma de passar o tempo e aproveito que estou com o assunto todo fresco na cabeça e “esperto” para não deixar escapar nada. A matéria passada dos cartuchos A Batalha dos cartuchos continua foi escrita completamente no trajeto entre Dallas e São Paulo.

No passado eu me preocupava em levar sempre comigo um “inversor”, que é um pequeno aparelho que ligado em uma tomada de 12V (em várias empresas aéreas há este tipo de tomada a bordo), igual a um “acendedor de cigarro”, para ligar o notebook na tomada durante o vôo. O inversor transforma 12 V em 110 V e permite o uso de aparelhos eletrônicos. Embora eficiente, dá trabalho fazer as conexões (principalmente nos aviões apertados de hoje em dia e quando tem um grandalhão do seu lado) e nem sempre funciona. Eu queimei dois desses com o meu velho Toshiba P4 pois o inversor era de 75 W a fonte do Toshiba puxava “meros” 120 W!! Sem contar que há nos aviões (pelo menos nos que já estive) limitação de potência de exatos 75 W. Por isso queimei dois, o Toshiba exigia mais e o inversor ficava ligando e desligando até queimar. Uma das vezes até fumaça saiu. Ainda bem que ninguém viu senão haveria pânico a bordo!!

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Na última viagem mudei de estratégia. Levei as duas baterias novas recém compradas para o meu DELL. Foi um sossego!! Como são novinhas duram mais de 4 horas, ainda mais fazendo trabalho “leve” como ler e digitar textos, com o LCD no notebook na intensidade mínima. Como em um vôo longo, mesmo como o que fiz, 10 horas até Dallas e mais 3 até San Diego, mais espera de aeroporto, as 8 horas de autonomia proporcionadas (ou mais) são totalmente suficientes pois no vôo jantamos, dormimos, tomamos café da manhã etc. Foi uma experiência ótima viajar com as duas baterias. Ao chegar ao fim da carga a primeira, hibernei o notebook, troquei a bateria e pronto, mais quatro horas de sossego. Para voltar fiz devidamente a carga das duas baterias e me vali do mesmo processo, tendo escrito a coluna passada inteira a bordo como já comentei.

Mas ao retornar fiquei muito na dúvida. Será que continuo usando o computador dessa forma? Não vou de novo ter problemas com baterias daqui a nove meses (ou no máximo dezoito)?? Para piorar a minha bateria antiga morreu de vez, pelo menos segundo o “gerenciamento” da DELL. Veja a mensagem que aparece mais recentemente.

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Mas ao contrário da recomendação da DELL eu tive uma idéia diferente, um outro modelo de uso para contornar a minha neurose e também trauma com baterias. Descobri que apesar de condenada, a bateria ainda rende 20 a 25 minutos de uso, que é deplorável! Mas não se eu imaginar a minha bateria velha como um NO-BREAK!!! Tenho usado CONSTANTEMENTE a bateria velha no notebook. Também ando durante TODO TEMPO com uma das baterias novas na minha mochila devidamente carregada. No raro caso de uma falta de luz (e por coincidência ocorreu uma pane hoje em São Paulo-a luz piscou por três vezes tendo ficado sem energia por vários minutos cada vez) esses meros 20 a 25 minutos são mais do que suficientes para eu salvar o meu trabalho, desligar ou hibernar a máquina.

No caso de real necessidade e SOMENTE NESTE CASO eu lanço mão da bateria novinha que está na mochila. Assim uso muito pouco as baterias novas. Os ciclos de carga e recarga das baterias serão acrescentados bem lentamente e assim não terão sua morte artificialmente decretada por um mero contador no firmware das mesmas (como provado no artigo original Dell battery blues). A menos que haja um limitador por DIAS DE USO!!!! Seria um horror!!

É provável que eu consiga usar estas duas baterias novas em conjunto com a velha por um tempo muito longo. Pelo menos enquanto a velha ainda tiver um minuto que seja de autonomia restante, para me valer dela com um “no-break de notebook”.

Tenho consciência de que não “descobri a pólvora”, nem inventei nada extraordinário. Mas ao passar por esta situação, desde a “pré-morte” da bateria, até o uso das duas baterias novas no avião (no lugar de usar um inversor 12 V), e mesmo usar a bateria decretada como “lixo” pela DELL como uma bóia de salvação, foi para mim um processo de aprendizagem. Como usar melhor os recursos que temos. Sinto-me confortável dessa forma e se a idéia foi útil para alguém, minha intenção com esta coluna terá sido atingida. Alguma sugestão adicional, comentário, crítica???

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