Certamente todos vocês já ouviram falar do Google Maps e provavelmente até já o acessaram por curiosidade, mas vocês já utilizaram realmente o Google Maps? Uma coisa é conhecer o recurso, saber de suas qualidades e das suas possibilidades, e outra coisa é realmente usar e ficar maravilhado com o serviço, e foi isso que […]
Certamente todos vocês já ouviram falar do Google Maps e provavelmente até já o acessaram por curiosidade, mas vocês já utilizaram realmente o Google Maps?
Uma coisa é conhecer o recurso, saber de suas qualidades e das suas possibilidades, e outra coisa é realmente usar e ficar maravilhado com o serviço, e foi isso que aconteceu comigo e com nosso amigo Benito Piropo há alguns dias atrás.
Antes, vou voltar no tempo um pouquinho, quando decidi desmembrar a passagem de volta da China (fui convidado pela MSI para participar do Media Tour esse ano) para ficar alguns dias em Miami, antes de voltar ao Rio de Janeiro. Isso feito, a próxima decisão era reservar um hotel e alugar um carro, tudo pela internet, claro.
Alugar o carro é fácil, como são poucos dias a melhor opção é retirar no próprio aeroporto de Miami e retornar ao mesmo ponto, apenas tomei o cuidado de procurar alguns cupons de desconto (códigos promocionais) para pagar menos pelo veículo, e de fato consegui um Toyota Corolla por 56 dólares o fim de semana inteiro. Barato…
Hotel, por sua vez, já não é tão barato, mas a questão principal era: aonde ficar?
São apenas 2 dias, e os assuntos que eu preciso resolver em Miami são dispersos, o ideal é encontrar um hotel que fique na média próximo aos endereços que preciso ir. Nessa hora que entrou o Google Maps na história, pegando como referência o mapa de Miami com o aeroporto ao centro. A partir desse ponto utilizei as opções Find Business para localizar os hotéis nas imediações e depois de alguns cliques encontrei um bem adequado, com preço bom e perto das principais rodovias de acesso.

Agora eu precisava localizar os endereços de todos os lugares que eu precisava ir, e mais uma vez o “Find Business” junto com o sistema de busca me ajudaram a marcar todos os locais necessários e as inevitáveis lojas para algumas comprinhas. Ficaram todos relativamente próximos, alguns ao norte, outros ao sul, mas fáceis de se programar durante uma visita de 2 dias. Isso feito, o próximo passo é fazer as rotas e salvar os mapas.
Para essa opção você usa o “Get Directions” colocando o endereço de destino, e pronto, sua rota é traçada no mapa e um guia de direções (em texto) é definido, dando todos os passos podendo inclusive reverter a ordem (no caso da volta). Mais fácil impossível!

Piropo entrou nessa história nesse fim de semana, quando ao telefone ele me disse “já que você estará perto do aeroporto, não esqueça de ir em tal lugar…”, só que o tal lugar não era um endereço claro, aliás ele mesmo já não se lembrava depois de vários anos sem ter ido lá. Então o Google Maps entrou em cena mais uma vez, só que dessa vez utilizando a visualização “Hybrid”, similar ao Google Earth, utilizando um overlap dos mapas com as fotos de satélite do Google.

O local que Piropo me indicou é ao lado dessa casa de telhas laranjas
Com as fotos de satélite, Piropo foi se lembrando do lugar, me dando cada vez mais detalhes até que finalmente encontrou o endereço “visualmente” e me passou. Incrível como a tecnologia facilita nossa vida!
O mais surpreendente disso tudo é que o Google Maps foi feito para ser operado de um telefone celular ou mesmo de um painel de carro. Lá, é claro, porque aqui no Brasil nosso serviço de internet via celular ainda é extremamente rudimentar.
