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Welland EZSTOR e TERA – soluções para armazenamento

Um dos problemas das unidades de armazenamento de 2.5 polegadas, com a chegada dos SSDs não podemos mais chamar simplesmente de “discos”, é a ausência de baias desse tamanho nos gabinetes mais antigos. Eu mesmo tive esse problema para instalar meu SSD, pois meu gabinete não tinha espaço para esse formato e a minha unidade […]

Publicado: 21/05/2026 às 16:43
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6 minutos
Welland EZSTOR e TERA – soluções para armazenamento
Construção civil — Foto: Reprodução

Um dos problemas das unidades de armazenamento de 2.5 polegadas, com a chegada dos SSDs não podemos mais chamar simplesmente de “discos”, é a ausência de baias desse tamanho nos gabinetes mais antigos. Eu mesmo tive esse problema para instalar meu SSD, pois meu gabinete não tinha espaço para esse formato e a minha unidade veio sem os adaptadores para baias de 3.5 polegadas. Mas não é só um problema para os SSD, tenho alguns discos de notebooks que foram substituídos ao longo do tempo que ainda são funcionais, mas não tenho aonde usá-los. Cases USB externos até servem, porém são discos de pequena capacidade (razão pela qual eu os substituí nos respectivos notebooks) quase inúteis para backups ou transporte, mas servindo perfeitamente para testar novos sistemas operacionais ou qualquer outra atividade que não requeira uma ótima performance de I/O.

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Eis que a Windys nos manda o EZSTOR da Welland (modelo ME-220PN veja especificações no site do fabricante) que não só resolve a questão das baias de 2.5 polegadas como também o faz em um acessório bonito, com capacidade hot swap e “tool free” (não requer o uso de ferramentas) para instalar ou remover as unidades de armazenamento. O aparelho não tem mistério nenhum, é um extensor das portas SATA II da placa mãe com dois leds (um para cada baia) independentes. Não é micro-processado e por isso não requer alimentação para seu circuito interno, basta conectar nas respectivas portas os cabos SATA de sinal e alimentação para os discos. Como é hot swap, ele requer uma controladora com essa capacidade (o manual cita o southbridge Intel ICH7, já bastante antigo, como requerimento mínimo). E evidentemente é suportado por todos os sistemas operacionais já que é apenas uma extensão de portas nativas.

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Não há muito o que dizer sobre o dispositivo, pois funciona como se espera, sem falhas ou características indesejáveis. Não custa lembrar que realizar um HOT SWAP não é simplesmente arrancar o disco com a máquina funcionando, é preciso sinalizar para o sistema operacional que ele será “desmontado”, tal como fazemos em discos externos USB (“safe remove”), e para isso é preciso estar com os drivers da controladora instalados corretamente e com o suporte ao HOT SWAP.

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