ITF Portal - Banner Topo
Slot: /23408374/itf-ad-banner-topo
720x300, 728x90, 728x210, 970x250, 970x90, 1190x250
DevOps
user experience

User Experiência: alta disponibilidade e resiliência

User Experience (UX), experiência do usuário. Ahhh, a experiência do usuário… O termo que hoje guia cada passo das equipes de negócio, que guia definições de companhias inteiras. A experiência deve ser cuidada não só no que diz respeito à usabilidade (aplicação amigável, bonita), mas também ao desempenho; pois dados (existem diversas estatísticas a respeito) […]

Publicado: 27/05/2026 às 18:44
Leitura
3 minutos
Construção civil — Foto: Reprodução

User Experience (UX), experiência do usuário. Ahhh, a experiência do usuário… O termo que hoje guia cada passo das equipes de negócio, que guia definições de companhias inteiras. A experiência deve ser cuidada não só no que diz respeito à usabilidade (aplicação amigável, bonita), mas também ao desempenho; pois dados (existem diversas estatísticas a respeito) mostram que 53% das pessoas abandonam um site mobile quando demora mais de três segundos para carregar.

Além disso, imaginem áreas internas das empresas sendo extremamente produtivas porque os sistemas têm ótimo desempenho e dificilmente ficam indisponíveis?

Dois cenários mais do que desejáveis para as empresas. Escalabilidade e resiliência são as palavras-chave nos cenários citados. Sendo escalabilidade a capacidade de suportar um aumento de volume de utilização, sem que o tempo de resposta aumente demais. E resiliência a capacidade de um sistema de suportar problemas, sem ficar indisponível e sem que os usuários sejam muito impactados.

Mas como criar sistemas com alta disponibilidade?

Atualmente com as metodologias Ágeis e cultura DevOps tudo que se refere à criação de novos produtos, melhorias e correções não podem esperar muito, pois pode haver perda do time-to-market.Novamente, vale a pergunta: como criar e manter os sistemas com alta disponibilidade? Ainda mais em uma arquitetura distribuída de micro serviços?
Primeiro passo é implementar uma cultura de testes ‘shift-left’, ou seja, trazer o mais próximo do desenvolvimento os testes e validações que visam minimizar ou eliminar a chegada de bugs em ambiente produtivo. Estabelecido o ‘shift-left’, o que deve acontecer em ambiente produtivo são trabalhos proativos.

Isso posto, alguém pode estar se perguntando: testes de desempenho/stress/carga, são proativos? Sim, podem ser sim, já que estaremos analisando até onde o sistema aguenta, quais os pontos de quebra, etc. Agora imagine se o shift-left não estiver bem implementado e o teste em produção mostre que a aplicação não foi bem construída e que ela não escala? Todo o investimento em horas-extras (já que o teste deve ser feito a noite para não impactar o ambiente e os usuários), investimento na estratégia de ‘rollback’ de dados e nas horas de planejamento, dentre outros custos, foi perdido. Já que este problema poderia ter sido detectado em momento de homologação.

O teste de desempenho/stress/carga pode ser útil, por exemplo, para identificar e planejar qual é a capacidade de novas funcionalidades, que não possuem histórico para estimar. Caso houvesse um histórico o planejamento poderia ser feito com uso de modelos preditivos (machine learning).

O teste pode identificar os problemas, mas não possivelmente todos, e além disso como já citado possui os custos de mobilizar um grande time para atuação fora do horário. Então, é possível concluir que existem caminhos e cuidados para que a experiência do cliente seja percebida em primeiro plano, de forma simples e eficiente.

*Ronaldo Sales é bacharel em Ciências da Computação pela Unesp Rio Claro, na Yaman é gerente da Divisão de SRE & Automation Services

As melhores notícias de tecnologia B2B em primeira mão
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada
Imagem do ícone
Notícias
Imagem do ícone
Revistas
Imagem do ícone
Materiais
Imagem do ícone
Eventos
Imagem do ícone
Marketing
Imagem do ícone
Sustentabilidade
Autor
Notícias relacionadas