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Gestão

Gestão de conflitos: como tirar proveito de problemas e situações

Há quem diga que o nome é um animal que está sempre em conflito com a mente. E não só partindo de forma independente, os conflitos estão espalhados em cada lugar que estamos. Seja no trabalho, em casa, nas redes sociais, na escola, em discussões, atividades extras. Bem, os conflitos existem. Mas o professor da […]

Publicado: 22/05/2026 às 14:47
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3 minutos
Gestão de conflitos: como tirar proveito de problemas e situações
Construção civil — Foto: Reprodução

Há quem diga que o nome é um animal que está sempre em conflito com a mente. E não só partindo de forma independente, os conflitos estão espalhados em cada lugar que estamos.

Seja no trabalho, em casa, nas redes sociais, na escola, em discussões, atividades extras. Bem, os conflitos existem. Mas o professor da FGV e da Esic Internacional, Luciano Salamacha, dá algumas dicas para conviver com eles e tirar proveito destas situações.

Primeiro, o professor exprime a origem das palavras para entender como elas serão aplicadas. O que, de certa forma, está relacionado ao discurso adotado por nós. Logo, segundo ele:

  • “Conflito” vem do latim “fligere”, que significa bater, atacar;
  • O radical “con” significa “junto”, levando o termo a “bater junto”;
  • A palavra “aflito” tem a mesma origem, porém o “a” indica “bater em si mesmo“, neste caso;

Como explica Salamacha, as duas palavras (‘conflito’ e ‘aflito’) podem ser a grande alavanca ou a derrocada das carreiras.

Isto porque elas são determinantes em relação aos problemas e suas respectivas soluções. Ele afirma que pessoas aflitas cedem aos conflitos, e consequentemente ao estresse. Um exemplo são pessoas que sofrem por antecipação, sempre relacionando as consequências antes de um ato ou decisão.

Ainda segundo Salamacha, a pessoa aflita tende a não se perdoar e é muito exigente consigo mesma. Numa gestão de conflito, ele identifica dois tipos de atores:

  • A primeira é aquela que está aflita. Normalmente são as que aceitam a provocação. Ela pré julga a si mesma, depois se condena, não age e por não agir não se perdoa por não ter agido. Uma reação em cadeia que só aumenta a aflição“;
  • A outra é aquela que age, avalia o que fez e a si mesmo, pode até se arrepender da própria atuação, mas se perdoa“.

O perdão na gestão de conflitos

Na visão do consultor, o perdão é fundamental para a gestão de conflitos. Pois, quem perdoa, tem maior preocupação em medir o próprio desempenho em relação a consequência.

Por outro lado, quem não perdoa tende a não ter estas mesmas métricas. Pessoas assim podem agir mais por aprovação externa, visando o que atores externos pensam e visam, deixando suas crenças de lado.

Salamacha determina três caminhos onde uma pessoa aflita tende a potencializar seus conflitos:

  • Colocando vários conflitos num só. O conselho é analisar cada caso individualmente, bem como os problemas; neste caso, a análise coletiva deve se reservar às alegrias e conquistas. “Comemore coletivamente e repreenda individualmente“, completa.
  • O conflito pessoal. Sem cair em provocações externas, a dica é separar o lado profissional do pessoal.
  • O estado de culpa. Ele orienta o profissional a assumir o que faz, inclusive a culpa; o ideal é não usar a desculpa para minimizar problemas e conflitos.

O conflito faz parte da vida, das relações entre pessoas“, diz Salamacha. Ele reforça que, aprendendo que o erro é inerente a todos, as relações nos mais diferentes níveis sociais se tornam mais fortes. Assim, o controle da nossa própria mente pode potencializá-los ou minimizá-los.

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