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Microstrategy: do analytics tradicional para o negócio

Até 2020, o mercado de analytics deverá movimentar US$ 22,8 bilhões, segundo o instituto de pesquisas Gartner, na esteira por uma demanda premente de empresas se tornaram de fato voltadas para uma cultura de dados. A Microstrategy, no entanto, quer dar um passo além nessa estratégia ao migrar do analytics tradicional para o negócio. Celso […]

Publicado: 15/05/2026 às 12:26
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Microstrategy: do analytics tradicional para o negócio
Construção civil — Foto: Reprodução

Até 2020, o mercado de analytics deverá movimentar US$ 22,8 bilhões, segundo o instituto de pesquisas Gartner, na esteira por uma demanda premente de empresas se tornaram de fato voltadas para uma cultura de dados. A Microstrategy, no entanto, quer dar um passo além nessa estratégia ao migrar do analytics tradicional para o negócio.

Celso Oliveira, country manager da MicroStrategy no Brasil, explica que essa abordagem é mais prescritiva, abordando um problema ou questão de negócios e não simplesmente a tecnologia. Segundo o executivo, a empresa entende que o idioma de dados precisa ser falado pela empresa toda e não só por um especialista ou pela TI. Por isso, a evolução faz todo sentido.

“Estamos saindo do BI e analytics tradicional e passando a falar do negócio”, disse, completando que a empresa lançou recentemente o MicroStrategy HyperIntelligence, que ajuda nessa virada, já que permite a tomada de decisão em tempo real, sem precisar abrir uma ferramenta de analytics para tal. Para ele, essa é a verdadeira democratização dos dados. “É a nova dinâmica dos negócios.”

Na opinião do executivo, essa nova visão está se tornando realidade e caindo nas graças das empresas. De acordo com ele, alguns segmentos de mercado são hoje mais intensos no uso dessa realidade, como varejo e finanças. Contudo, outros setores já estão ingressando nessa era.

De olho na integração

Oliveira alerta, no entanto, que para que essa visão funcione é preciso que as empresas evitem um erro crucial na jornada: subestimar o trabalho de integração do dado. “É vital que as companhias desenhem bem a origem e a governança do dado. Além disso, o, olhar voltado para os negócios é chave”, aconselha.

Nessa toada, é necessário considerar dados estruturados e não estruturados e, claro, aplicar políticas de segurança para garantir a integridade do ecossistema.

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