ITF Portal - Banner Topo
Slot: /23408374/itf-ad-banner-topo
720x300, 728x90, 728x210, 970x250, 970x90, 1190x250
cibercrime
governo
Operação Spoofing
Telegram

Jornalista Glenn Greenwald é acusado de cibercrime por Vaza Jato

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou na terça-feira (21) o jornalista e cofundador do The Intercept Glenn Greenwald por supostamente atuar em conjunto com cibercriminosos. O jornalista é acusado de associação criminosa, interceptação de comunicações e invasão de dispositivo. A Polícia Federal (PF) não encontrou evidências de que ele tenha cometido crimes, mas Greenwald é […]

Publicado: 12/05/2026 às 13:40
Leitura
2 minutos
Jornalista Glenn Greenwald é acusado de cibercrime por Vaza Jato
Construção civil — Foto: Reprodução

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou na terça-feira (21) o jornalista e cofundador do The Intercept Glenn Greenwald por supostamente atuar em conjunto com cibercriminosos. O jornalista é acusado de associação criminosa, interceptação de comunicações e invasão de dispositivo.

A Polícia Federal (PF) não encontrou evidências de que ele tenha cometido crimes, mas Greenwald é acusado de orientar os outros participantes. O caso está relacionado ao vazamento de mensagens do Telegram de procuradores da operação Lava Jato.

O ex-juiz Sergio Moro também teve suas mensagens divulgadas em uma série de reportagens do The Intercept e outros veículos de mídia parceiros.

Em julho de 2019, a Operação Spoofing prendeu quatro suspeitos acusados de interceptar as comunicações das autoridades. Na terça, outros seis investigados também foram denunciados.

Greenwald não foi investigado ou indiciado pela PF e fala sobre ataques à liberdade de imprensa. “Nós sempre vamos defender uma imprensa livre”, disse o jornalista em vídeo publicado em sua conta no Twitter.

A denúncia foi repercutida em jornais estrangeiros como The New York TimesThe GuardianWashington Post, Al Jazeera e outros. Jornalistas ao redor do mundo também comentaram o caso.

Entidades como a Anistia Internacional, Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), Federação Nacional do Jornalistas (Fenaj) e outras também criticaram a medida.

As críticas são porque um dos papéis (e direitos) do jornalista é proteger sua fonte, que costumeiramente confidenciam suas informações. Na denúncia criminal, que tem 95 páginas, os promotores afirmam que Greenwald “facilitou” a prática de um crime.

Com informações de: Folha de S.Paulo, The New York Times.

As melhores notícias de tecnologia B2B em primeira mão
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada
Imagem do ícone
Notícias
Imagem do ícone
Revistas
Imagem do ícone
Materiais
Imagem do ícone
Eventos
Imagem do ícone
Marketing
Imagem do ícone
Sustentabilidade
Autor
Notícias relacionadas