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Dados são ferramenta para estancar a perda de vendas no varejo

Ao não encontrar o produto que procura na gôndola do supermercado ou na prateleira da loja, cerca de 70% dos consumidores muda de marca ou de estabelecimento. O dado, de um estudo feito pela empresa Accera, evidencia uma realidade: indisponibilidade de produto é sinônimo de perda de vendas. No varejo, esta indisponibilidade é chamada de […]

Publicado: 11/05/2026 às 09:04
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4 minutos
Dados são ferramenta para estancar a perda de vendas no varejo
Construção civil — Foto: Reprodução

Ao não encontrar o produto que procura na gôndola do supermercado ou na prateleira da loja, cerca de 70% dos consumidores muda de marca ou de estabelecimento. O dado, de um estudo feito pela empresa Accera, evidencia uma realidade: indisponibilidade de produto é sinônimo de perda de vendas.

No varejo, esta indisponibilidade é chamada de ruptura, e refere-se à falta de itens tanto em gôndola quanto em estoque. A mesma pesquisa citada acima indica, ainda, que 62,2% das rupturas são identificadas no próprio ponto de venda, associadas à falta de reposição ou a estoque virtual (produtos que estão estocados, mas não constam nos inventários, o que prejudica a reposição e, por consequência, a venda).

“Para evitar a ruptura e garantir a exposição do produto certo no lugar exato a todo o momento para o cliente que o procurar, a resposta é uma só: atenção permanente. Não disse constante, disse permanente: 100%. Nada menos. E isso não é humano: o fator humano, aliás, é um dos mais frequentes causadores de erros na reposição e estocagem de mercadorias; afinal, o cérebro ocupado com múltiplas tarefas não está imune ao esquecimento, a não perceber algum gargalo, a errar”, analisa Douglas Scheibler, CEO da BIMachine, fabricante de soluções de Business Intelligence e Business Analytics

Logo, segundo o executivo, a solução é reforçar o trabalho dos recursos humanos com tecnologia eficiente e de fácil uso, que permita ampliar a visibilidade dos estoques, gôndolas, inventários e produtos, bem como entregar análises que facilitem a orientação da exposição mais adequada para os itens segundo o perfil de cliente de cada estabelecimento.

E este perfil nem sempre é um só. Por isso, tais análises precisam levar em conta horários, localização, comportamentos de consumo, preferências, tendências de mercado, preços e tickets de compra, entre muitas outras variáveis, para resultar em insights precisos e preciosos para guiar a tomada de decisões no ponto de venda.

“Tudo isso pode ser traduzido em uma sigla curta, mas muito eficaz: BI. A tecnologia de Business Intelligence, é capaz de analisar grandes volumes de dados do varejo e gerar comparações, análises, gráficos e outras ferramentas muito úteis para embasar gestores e pessoal de loja nos movimentos diários para melhorar as vendas”, afirma Scheibler.

De acordo com o especialista, saber, por exemplo, que tipo de consumidor consome mais qual produto, em qual das filiais, a qual horário, de qual dia da semana, é um dado valioso para evitar que este item jamais falte. Além disso, entender em quais períodos e locais a venda de tal mercadoria cai é outro fator para direcionar promoções, remanejar produtos, melhorar exposição ou combinar ofertas, entre tantas outras opções estratégicas.

Coleta de dados de fontes diversas

Conforme o CEO, o BI facilita todo esse trabalho. “São soluções para coleta, organização e análise de dados, e quando falamos nisso estamos nos referindo a dados das fontes mais diversas: sistemas de ERP e CRM, bases de dados informatizadas e manuais, cadastros de compra e crediário, planilhas, leads gerados em promoções e sorteios e todas as demais frentes de coleta de informações sobre clientes e prospects que uma empresa pensa em gerar”, declara.

Na definição do executivo, as informações são a mina, o BI é o garimpo e o usuário do BI, o garimpeiro que encontra o ouro em meio ao vasto material no entorno. “Informação ajuda a vender, e o BI é a alavanca para pular de um cenário de dados aleatórios e mal acumulados para um patamar de utilização inteligente do conteúdo como ferramenta de gestão”, destaca ele.

Pesquisa da NeoGrid indica que o varejo brasileiro teve cerca de 10% de ruptura em junho de 2017, dos quais 5% representaram vendas perdidas. Um dado inaceitável, segundo Scheibler, especialmente em um momento de desaceleração econômica, em que o setor varejista amargou queda de 3% no primeiro trimestre deste ano e acumulou redução de 5,3% nas vendas nos últimos 12 meses, segundo o IBGE.

“Ninguém quer perder vendas, ninguém quer frear, cair, reduzir. E se crescer é a palavra de ordem, vender é o motor e o BI, o combustível. Abasteça-se”, finaliza o executivo.

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