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7 ações para PMEs resguardarem seus negócios durante a crise do COVID-19

Além dos males à saúde das pessoas, a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) vem afetando a economia mundial, e, com isso, a saúde dos negócios começa a se fragilizar. A iminente necessidade de isolamento e o consequente fechamento de comércios e serviços preocupam empresários e empregados dos mais diversos setores. Pequenas e médias empresas tendem a sofrer graves impactos, caso não haja planejamento e correção de rotas, logo no início da crise. A incerteza sobre o período de quarentena é um dos pontos que mais preocupantes. Por isso, João Carlos de Lima, CEO da JMLIMA, assessoria empresarial especialista em […]

Publicado: 08/05/2026 às 14:37
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PMEs crise
Construção civil — Foto: Reprodução

Alédos males à saúde das pessoas, a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) vem afetando a economia mundial, e, com isso, a saúde donegócios começa a se fragilizar. A iminente necessidade de isolamento e o consequente fechamento de comércios e serviços preocupam empresários e empregados dos mais diversos setores.

Pequenas e médias empresas tendem a sofrer graves impactos, caso não haja planejamento e correção de rotas, logo no início da criseA incerteza sobre o período de quarentena é um dos pontos que mais preocupantes. Por isso, João Carlos de Lima, CEO da JMLIMA, assessoria empresarial especialista em recuperação de empresas em dificuldades, dá dicas para PMEs se resguardarem durante a crise.

1. Zelar pela saúde de cada colaborador e pelo bem-estar da sociedade e comunidade;

2. Avaliar as necessidades básicas de funcionamento e oferecer férias antecipadas aos funcionários excedentes;

3. Rever a programação de fornecedores e se adequar à nova capacidade produtiva mínima;

4. Confirmar a carteira de pedidos com os clientes, reorganizando-a de modo a enviar pedidos apenas àqueles que atestem necessidade e condição de recebimento;

5. Ajustar fluxo de caixa. Conversar com credores financeiros e fornecedores para estender prazo de pagamento, em no mínimo 60 dias. Se comprometer a reavaliar para menos ou para mais o acordo, conforme a evolução da crise;

6. Usar essa extensão de prazos para, com isso, criar (caso nãexista) uma reserva de emergências;

7. Eliminar qualquer possibilidade de investimento ou novo produto. Manter suspensa qualquer decisão importante ou estratégica.

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