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Embratel migra dados da rede pública de saúde para Nuvem

A Embratel anunciou a assinatura de um contrato com o Ministério da Saúde migrar os dados da rede pública de saúde do Brasil para a Nuvem. A companhia anunciou que já está transferindo os dados do DATASUS, departamento de informática do SUS, para a Nuvem e as informações serão disponibilizadas na Rede Nacional de Dados […]

Publicado: 07/05/2026 às 11:12
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embratel e ministério da saúde
Construção civil — Foto: Reprodução

A Embratel anunciou a assinatura de um contrato com o Ministério da Saúde migrar os dados da rede pública de saúde do Brasil para a Nuvem. A companhia anunciou que já está transferindo os dados do DATASUS, departamento de informática do SUS, para a Nuvem e as informações serão disponibilizadas na Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), projeto do Conecte SUS.

“A arquitetura em Nuvem da Embratel proporciona a migração de grandes volumes de dados com toda a segurança necessária, especialmente em relação a informações sensíveis e sigilosas”, explica Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da empresa. O executivo destaca ainda que todo o tráfego de dados será realizado via Blockchain.

“Estamos pavimentando uma estrada para o fortalecimento da estratégia de Saúde Digital para o Brasil”, afirma Jacson Venâncio Barros, Diretor do DATASUS.

No Brasil, cerca de 50% das informações não são digitalizadas nos hospitais públicos de atenção primária. Na atenção especializada, cerca de 77% dos hospitais com mais de 50 leitos não têm prontuários eletrônicos. Assim, o compartilhamento dos dados para o DATASUS é feito ao final do mês por cada hospital de atenção primária, pela rede especializada e pelas farmácias populares. Uma vez implementado o novo sistema, tanto o envio dos dados pelos aparatos de saúde quanto o acesso serão facilitados, e as informações serão mantidas sempre atualizadas.

Profissionais de saúde em estabelecimentos públicos pré-cadastrados e gestores municipais e estaduais terão acesso aos dados, além do próprio paciente, que poderá acessar o seu histórico médico por meio de aplicativo. O acesso seguirá todas as determinações de privacidade já previstas em legislações existentes e atenderá a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

“É muito pouco provável que algum outro País com a nossa dimensão e complexidade consiga trafegar, hoje, esse conjunto de dados”, afirma Rachid. O projeto faz parte de licitação vencida pela empresa para fornecimento de soluções, apoio técnico e treinamento de Computação em Nuvem para diversos órgãos do Governo Federal, incluindo o Ministério da Saúde.

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