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Estudo
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CEOs temem se tornar a próxima grande brecha de segurança, diz estudo

A Forcepoint e o Wall Street Journal Intelligence divulgam hoje o “C-Suite Report: O estado atual e futuro da cibersegurança”. A pesquisa divulgada fala sobre prioridades de cibersegurança dos líderes empresariais globais, bem como disparidades crescentes na maneira como os CEOs e CISOs veem os mais eficazes caminho de segurança cibernética adiante. O estudo, realizado em […]

Publicado: 02/05/2026 às 06:17
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ceo cibersegurança
Construção civil — Foto: Reprodução

A Forcepoint e o Wall Street Journal Intelligence divulgam hoje o “C-Suite Report: O estado atual e futuro da cibersegurança”. A pesquisa divulgada fala sobre prioridades de cibersegurança dos líderes empresariais globais, bem como disparidades crescentes na maneira como os CEOs e CISOs veem os mais eficazes caminho de segurança cibernética adiante.

O estudo, realizado em novembro de 2019, contou com 200 CEOs e CISOs nos EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Índia, Hong Kong, Cingapura e Austrália. Os entrevistados atuam em diversos setores, incluindo Ciências da Vida, Saúde, Manufatura, Finanças, Transporte, Varejo, Energia e Telecomunicações. A pesquisa aponta fatores de cibersegurança e áreas de desconexão para líderes de negócios e segurança, incluindo a falta de uma estratégia contínua de cibersegurança para menos da metade de todos os CEOs entrevistados.

A pesquisa também identificou disparidades entre regiões geográficas na proteção de dados, além de uma dicotomia na batalha entre aumento do risco e aumento da capacidade da tecnologia.

Alguns dados da pesquisa:

– 76% dos líderes teme se tornar a próxima brecha na segurança.

– 87% deles, entretanto, acredita que sua equipe de segurança está sempre à frente das ameaças à segurança cibernética.

– Essa disparidade é agravada pela crença de que a liderança sênior é cibernética e alfabetizada em dados (89%) e se concentra na cibersegurança como a principal prioridade organizacional (93%).

– Estratégias de cibersegurança são vistas por 85% dos executivos como um dos principais impulsionadores da transformação digital, mas 66% reconhecem o aumento da exposição organizacional a ameaças cibernéticas devido à digitalização.

– Apenas 46% dos líderes revisam regularmente suas estratégias de segurança cibernética.

“Quando mais de 89% dos líderes acreditam que suas equipes estão mais cibernéticas do que nunca, não é surpreendente ouvir os executivos perdendo o sono devido à sua postura de cibersegurança hoje porque sabem que os riscos para seus negócios são tão altos”, disse Nicolas Fischbach, CTO global da Forcepoint.

“No momento em que a cibersegurança é mais estratégica para o crescimento dos negócios do que nunca, é hora de os líderes seniores de negócios e segurança reavaliarem sua estratégia de cibersegurança para uma que os permita sair da brecha. As empresas líderes entendem que as tecnologias baseadas em comportamento são o caminho moderno para a cibersegurança e as que acertam na cibersegurança hoje verão que esse será um diferencial competitivo essencial para seus negócios nos próximos anos”, completa o executivo.

Disparidades

O relatório destaca a disparidade entre como as empresas priorizam os principais elementos de segurança geograficamente. Proteger os dados do cliente é uma prioridade para os líderes nos EUA (62%) e na Europa (64%), enquanto na Ásia 61% dos líderes priorizam a proteção da PI organizacional sobre os dados do cliente.

De acordo com a Forcepoint, os fatores que influenciam esses resultados podem ser, em parte, pelas diferentes abordagens regulatórias da proteção de dados e privacidade e decisões legislativas recentes nos EUA e na Europa, como GDPR e CCPA.

Também existe uma clara divisão entre CEOs e CISOs na maneira como eles identificam o caminho certo para a cibersegurança em seus negócios. Os CEOs preferem ser proativos e focados no risco (58%), priorizando a manutenção da estabilidade dos negócios acima de tudo. Enquanto mais da metade dos CISOs (54%) adotam uma abordagem mais reativa e orientada a incidentes para mitigar o cenário dinâmico de ameaças de cibersegurança de hoje.

O estudo completo pode ser acessado aqui.

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