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COVID-19
transformação digital

Como superar a crise da covid-19? 8 dicas para líderes manterem no radar

Um estudo realizado pela Cognizant aponta algumas diretrizes para as organizações que planejam a reabertura dos escritórios a medida que buscam se adaptar para o “novo normal”. A prioridade, neste momento, deve ser a saúde das equipes, reforçou a consultoria. Mesmo em um cenário de diminuição da curva de contágio do novo coronavírus e o retorno […]

Publicado: 29/04/2026 às 12:15
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Construção civil — Foto: Reprodução

Um estudo realizado pela Cognizant aponta algumas diretrizes para as organizações que planejam a reabertura dos escritórios a medida que buscam se adaptar para o “novo normal”. A prioridade, neste momento, deve ser a saúde das equipes, reforçou a consultoria.

Mesmo em um cenário de diminuição da curva de contágio do novo coronavírus e o retorno ao local de trabalho, algumas medidas precisarão ser tomadas até que se desenvolva uma vacina. Muitos especialistas falam, inclusive, em uma nova onda de contaminação, em todo o mundo, o que torna ainda mais importante a preparação do ambiente de trabalho para assegurar a saúde dos colaboradores.

“É muito fácil desenhar a pandemia causada pelo novo coronavírus como uma única onda de destruição”, comenta Roberto Wik, Diretor de Indústria e Varejo da Cognizant para a América Latina. “Entretanto, devemos dividir os impactos em três áreas: saúde, profissional e socioeconômica. Na saúde, a mais urgente, precisamos garantir a saúde de todos, e também garantir o acesso a atendimento médico e a serviços básicos, como alimentação e higiene”, complementa.

O que é imperativo para lidar com a crise

Wik também alerta para o posicionamento da liderança. “Os executivos em posição de liderança precisarão aprender não somente como se recuperar dessa crise, mas como impulsionar os negócios por meio da rápida e necessária digitalização que a pandemia nos propiciou”, recomenda.

É também essencial que as empresas se preparem para o “novo normal”. Cada indústria precisa prever os impactos em sua área, gerenciar sua cadeia de suprimentos, digitalizar tudo o que for possível, fazer planos de contenção de gastos e investir na experiência do consumidor. Para tanto, faz-se necessário que as empresas se modernizem rapidamente e automatizem e redesenhem processos para aumentar a produtividade e lançar produtos e soluções para o novo perfil de consumidor que está por vir. Por fim, de acordo com o estudo, todas as indústrias precisarão se repensar, procurar novas parcerias e gerenciar dívidas e liquidez.

8 dicas para sair mais forte da crise, segundo a Cognizant

Repense seu programa de armazenamento de dados – Muitas empresas guardam uma quantidade de dados que não gera nenhum valor para seu negócio e geram gastos desnecessários de armazenamento. É preciso definir quais tipos de informação são essenciais para o funcionamento do seu negócio e como devem ser armazenados, em conformidade com as leis de proteção de dados do país onde você atuar. Se precisar, faça uma avaliação.

Esqueça os softwares ultrapassados – o Cobol, linguagem de programação criada em 1959, ainda movimenta US$ 3 trilhões por dia. E, apesar de muitas empresas sentirem que programas antigos estão atrapalhando seus negócios, elas também não sabem quais devem ser substituídos e por quê. Mais uma vez, uma avaliação pode ajudar na identificação de quais aplicações são mais suscetíveis a serem modernizadas.

Modernize seus processos de trabalho – Por causa da pandemia, muitas empresas foram obrigadas a criar protocolos de trabalho remoto, que antes não existiam, para continuar operando. Com a retomada da economia, a tendência é que o trabalho remoto continue sendo adotado por certo período. As organizações precisam oferecer plataformas e processos que permitam a interação dos colaboradores e não afetem a sua produtividade.

Modernize a experiência dos seus clientes – Por causa das medidas de isolamento social, o atendimento aos clientes tem sido feito a distância. Esse é um hábito que deve continuar na pós-pandemia, como a telemedicina. Será necessário investir em interfaces de aplicações voltadas para o consumidor.

Desenvolva softwares para a nova economia – Cada vez mais, os clientes valorizam fatores como a experiência de consumo de um produto ou serviço. Assim, é imperativo que as empresas se adaptem e automatizem certos processos para agilizar o atendimento. Isso só é possível com softwares mais avançados. Ferramentas modernas e métodos como a engenharia ágil já auxiliam bancos e seguradoras nesse quesito. Mas também pode ser a hora de explorar novos métodos e buscar resultados.

Digitalize o trabalho – Além da modernização de processos, também é necessário digitalizar o trabalho realizado. O home office, muitas vezes compulsório durante a pandemia, exige que todos os colaboradores consigam acessar suas ferramentas de trabalho à distância. Como a maioria das empresas já possuía essas ferramentas, isso facilitou muito o sucesso do teletrabalho repentino, que afetou até mesmo indústrias que antes ofereciam certa resistência ao home office, como atendimento médico e psicológico e aulas on-line.

Modernize sua estrutura na nuvem – Muitos departamentos de TI já tinham começado essa migração mesmo antes da pandemia. Mas, agora, o argumento de redução de custos operacionais é cada vez mais uma necessidade e as empresas devem passar para a nuvem tudo o que for possível. Essa migração, é claro, requer uma estrutura capaz de oferecer suporte a todos esses novos processos que ocorrem na nuvem. Também requer um sistema de segurança robusto, que proteja todos os dados armazenados de eventuais falhas e ataques.

Invista em espaços inteligentes (e seguros) – Uma preocupação comum de todos os colaboradores é como voltar a trabalhar em escritórios sem expor ninguém a um risco de contaminação. A Internet das Coisas é uma tecnologia que pode ajudar escritórios e prédios comerciais nesse processo. Com a instalação de câmeras e sensores em elevadores, portas e ambientes compartilhados, podemos obter dados que melhoram a segurança e promovem experiências mais confortáveis aos colaboradores. É claro, a higiene deverá ser reforçada.

 

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