Em busca de mais agilidade nas transações, facilidade de manipulação dos dados e redução de custos, a provedora de consultas de cheques e restrições ao crédito substitui a base e pretende integrar 80 revendas em todo o País. Hoje, a empresa atende 13 mil assinantes, faz 700 mil consultas ao mês e cadastra cerca de 900 novos usuários no mesmo período.
A Check Express iniciou os testes com XML (Extensible Markup Language) em agosto deste ano. O objetivo da adoção do protocolo é integrar as 80 revendas da marca especializada em consultas de cheques e restrições ao crédito espalhadas pelo Brasil, por meio de frame relay ou link dedicado, que vai permitir a unificação da malha. O ganho de velocidade nas consultas é um diferencial para o usuário dos serviços, antes baseados em Unix e agora sobre a plataforma .NET (Microsoft).
Uma consulta levava, em média, 400 milissegundos. Agora fazemos a mesma operação em 230 milissegundos, com a vantagem de que não temos que quebrar os dados, como acontecia com o sistema Unix, relata Ricardo Corrales, diretor de tecnologia da empresa.
Ele acrescenta: implantei a divisão de tecnologia, desloquei três desenvolvedores para os testes e outros três para o trabalho com os desktops, com o objetivo de apontar a performance do protocolo nos usuários finais da plataforma.
Hoje, a Check Express atende 13 mil assinantes, faz 700 mil consultas ao mês e cadastra cerca de 900 novos usuários no mesmo período. Decidiu-se pela adoção do protocolo porque o mundo Unix é caro, o profissional tinha que ser ainda mais capacitado e a manipulação dos dados era mais árdua.
Por meio da plataforma .NET, rodando em servidores Compaq/Intel e SQL Server, a companhia fornece mais agilidade aos desenvolvedores tanto o interno, que manipula os dados, como o externo, que recebe a consulta ao crédito consolidada.
Antes só podíamos consultar um CPF (Cadastro de Pessoa Física) por transação, agora esse processo pode acontecer em lote, com inúmeros registros, comemora o executivo.
Podem ser consultadas, em tempo real, as bases de dados da SERASA, Banco Central, Banrisul e Receita Federal. Por meio da infra-estrutura construída, a capacidade é de cinco milhões de transações por mês, interligando estabelecimentos comerciais em qualquer ponto do País.