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Telespazio investe em IP via satélite no País

Subsidiária da Telecom itália para a área de serviços via satélite aposta na recém-lançada plataforma IP para aumentar presença no mercado nacional. Redução de até 50% no custo do serviço é a aposta para ampliar carteira de clientes na área empresarial.

Publicado: 13/03/2026 às 03:19
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Telespazio investe em IP via satélite no País
Construção civil — Foto: Reprodução

A Telespazio Brasil, subsidiária da Telecom Itália, inova seu portfólio com a implementação plataforma IP de banda larga via satélite (DVB-Digital Video Broadcasting), que permite a oferta de uma gama de serviços para o mercado corporativo.

São mais de 10 soluções que englobam desde o acesso à Internet de alta velocidade – de 64 kbps até 40 Mbps – distribuição de conteúdo e até aplicações baseadas no protocolo IP como telemedicina e e-learning.

A Telespazio já vinha anunciando a estratégia de priorizar a banda larga no seu plano de negócios. Carlos Gastão Xavier, diretor comercial da empresa, não informa o montante de investimentos que o projeto demandou, mas sinaliza que desde do início de 2000, a empresa já apostava na tecnologia.

O executivo antecipa que já existem três projetos em fase de implementação, uma vez que as soluções baseadas na nova plataforma estão sendo ofertadas, desde março, ao segmento empresarial.

Sem mensurar o valor da receita, Xavier afirma que as redes corporativas representam cerca de 65% do volume total dos negócios, enquanto a fatia restante se dividirá na comunicação de baixa órbita e soluções multimídia. A aposta é que a gama de soluções de banda larga reverta a equação, passando a ser responsável por 65% da receita, enquanto as redes corporativas representarão aproximadamente 30%.

De olho na carência da cobertura terrestre de banda larga, a Telespazio busca fechar parcerias não só com as operadoras que compõem sua holding, como também com o restante do mercado.

No entanto, o executivo ressalta que a solução apresenta um custo benefício bastante competitivo em relação às soluções terrestres, podendo resultar numa economia de mais de 50%. “Hoje, um projeto de 20 pontos pode variar de R$ 10 mil reais por mês até R$ 80 mil”, exemplifica.

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