Os gestores de órgãos governamentais de tecnologia do Brasil, África do Sul, Venezuela, Equador, Cuba e Paraguai assinaram uma carta em protesto à rejeição dos apelos referentes à aprovação do formato OpenXML pela Organização Internacional de Padronização (da sigla em inglês, ISO) como formato padrão de documento eletrônico. A carta questiona, entre outros tópicos, o […]
Os gestores de órgãos governamentais de tecnologia do Brasil, África do Sul, Venezuela, Equador, Cuba e Paraguai assinaram uma carta em protesto à rejeição dos apelos referentes à aprovação do formato OpenXML pela Organização Internacional de Padronização (da sigla em inglês, ISO) como formato padrão de documento eletrônico.
A carta questiona, entre outros tópicos, o processo para a avaliação do formato e a duplicidade existente em normas que tratam o mesmo assunto.
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Além disso, a carta também fala sobre os recursos aplicados no processo de aprovação da Norma ISO/IEC 26300 (ODF) desde 2006, quando o formato ODF foi publicado como o formato internacional para documentos eletrônicos.
O Comitê de Implementação do Software Livre (CISL) aponta que a adoção de um novo padrão que não substitui o existente é incoerente e não garante a unificação, objetivo da normalização.
Além disso, o CISL ressalta que a aprovação de um padrão não aberto incentiva a dependência tecnológica e o monopólio, além de não solucionar o problema graças à incompatibilidade das duas normas.