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Colaboradores proativos são a essência das corporações

Reuniões inúteis e processos desnecessários são sinônimo de mal aproveitamento do tempo nas organizações. Ter colaboradores confiáveis não basta mais. Chegou a hora de eles assumirem a parte que lhes cabe nos processos decisórios. Teorias intermináveis sobre administração de empresas são carne de vaca para o executivo sexagenário Russel Bishop. O que interessa a ele […]

Publicado: 24/05/2026 às 14:53
Leitura
3 minutos
Colaboradores proativos são a essência das corporações
Construção civil — Foto: Reprodução

Reuniões inúteis e processos desnecessários
são sinônimo de mal aproveitamento do tempo nas organizações. Ter colaboradores
confiáveis não basta mais. Chegou a hora de eles assumirem a parte que lhes
cabe nos processos decisórios.

Teorias intermináveis sobre
administração de empresas são carne de vaca para o executivo sexagenário Russel
Bishop. O que interessa a ele são exemplos práticos da aplicação das propostas
inovadoras e promissoras expostas em uma miríade de livros sobre o tema
produtividade.

Bishop está convencido de que toda e
qualquer corporação luta contra circunstâncias indesejadas – umas mais que as
outras. Algumas dessas circunstâncias podem ser as reuniões que não levam a
lugar algum, resistências à determinadas alterações na dinâmica da corporação e
processos dispensáveis. Os resultados disso são frustração e sobrecarga de
trabalho – verdadeiros tumores.

Experimente

Entre alguns dos fatores mais
recorrentes dentro das empresas, Bishop cita colaboradores prontos para apontar
o dedo em direção a outros funcionários ou gerentes assim que algo dá errado. Tal
atitude substitui o saudável e generoso entendimento das próprias responsabilidades
dentro da organização. Um experimento prático e bastante simples pode ajudar
aos gestores na identificação do estado de saúde dos colaboradores (da empresa):
basta ir até um local dentro da corporação e perguntar de que forma cada
colaborador acredita que possa ajudar no desenvolvimento dos negócios e da
rotina sem necessitar de chancela por parte de superiores ou de apoio dos
outros.

Em seguida é aconselhado que se
dedique algum tempo elucubrando formas de gerar apoio mútuo dentro da
organização, de modo a propiciar aos colaboradores mais empenhados um livre
trânsito e reconhecimento por suas ações.

Na maioria das vezes, as soluções podem
ser implementadas em empresas sem grande alarde. Haverá quem não perceba qualquer mudança, mas certamente se dará conta da maior harmonia dentro da organização.

“Às vezes”, nota Bishop,”o colaborador
é tímido e não acredita que possa dar conta de determinada situação por temer
um resultado negativo”.

O que fazer?

Nesse caso, a primeira providência é
erradicar a procrastinação. Manter uma fila de tarefas na cabeça ocupa espaço precioso.
Nessa hora vale lotear as incumbências de acordo com sua urgência e dá
prioridade à resolução das questões mais importantes. Nesse ínterim, fazeres erderam a importância e podem ser promovidos para lixeira.

Colaboradores com intermináveis filas
de email para responder e relatórios por entregar devem abandonar a perspectiva
desesperadora que turva seus semblantes. Vale reconhecer que o papel do
colaborador não é o de resolver tudo que se apresente à sua frente em, sim,
manter as engrenagens da corporação em funcionamento.

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