Vivemos uma época de recessão econômica e as áreas corporativas de TI serão cada vez mais solicitadas para fazer mais com menos. Além de garantir o bom desempenho de todas as soluções e a infraestrutura tecnológica, os CIOs passaram a ser responsáveis pela criação de políticas, estratégias e ferramentas que promovam a redução de custo […]
Vivemos uma época de recessão econômica e as áreas corporativas de TI serão cada vez mais solicitadas para fazer mais com menos. Além de garantir o bom desempenho de todas as soluções e a infraestrutura tecnológica, os CIOs passaram a ser responsáveis pela criação de políticas, estratégias e ferramentas que promovam a redução de custo das demais áreas de negócio.
Nesse contexto, certamente, é mais importante reavaliar as aplicações tecnológicas da empresa do que traçar metas de atuação em redes sociais, como o LinkedIn e o Twitter, por exemplo. Quase todas as organizações atualmente perdem tempo, recursos humanos e financeiros, calculando maneiras para adotar sites de relacionamento como ferramentas de marketing.
Ainda não há estudos definitivos que mostrem a eficácia – em termos de resultados efetivos – dessas iniciativas. Portanto, seria mais produtivo para o CIO deixar tais idéias de lado e focar sua atuação nas questões que realmente importam.
A ocasião demanda avaliação das performances de ERP, softwares de BI e infraestrutura de supply chain. Além disso, vale também a renegociação de acordos com fornecedores, clientes e demais parceiros. Buscar melhores condições contratuais e mais eficiência dos produtos comprados ou serviços prestados são essenciais na crise.
O desafio do CIO, então, é mostrar ao board que, muitas vezes, as inovações trazidas por modismos podem não ser a melhor escolha para ajudar uma companhia a superar um período de recessão. Mais do que antes, com o enxugamento dos orçamentos, o executivo de TI terá que saber ‘vender’ muito bem suas idéias para conseguir o budget necessário para os investimentos da área.