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Mabel revê ERP e implanta módulos para suportar crescimento

O grupo Mabel trabalha com Datasul desde 1997, quando a produção da companhia era de 50 mil toneladas por ano. Mais de dez anos depois, e com uma produção de 160 mil toneladas por ano, a empresa se mantém fiel, mas incrementa seu ERP para continuar crescendo. Em 1997, a fabricante de biscoitos concluiu a […]

Publicado: 30/04/2026 às 12:04
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Jose Henrique Mabel.jpg
Construção civil — Foto: Reprodução

O grupo Mabel trabalha com Datasul desde 1997, quando a produção da companhia era de 50 mil toneladas por ano. Mais de dez anos depois, e com uma produção de 160 mil toneladas por ano, a empresa se mantém fiel, mas incrementa seu ERP para continuar crescendo.

Em 1997, a fabricante de biscoitos concluiu a implantação do Magnus. Em 2005, a companhia implantou o módulo financeiro 5.05, depois de quase dobrar a produção. Mas não foi suficiente, no final deste ano, já era hora de buscar uma nova solução de ERP. “Fizemos estudos com outras plataformas. Mas baseados nessa parceria com a Datasul, nos nove anos, optamos pela continuidade”, explica José Henrique de Oliveira, diretor de tecnologia do grupo Mabel.

Assim, em novembro de 2005, iniciou-se a implantação do MS204 e o go live ocorreu em abril de 2006. Mas como empresa em crescimento não pode ficar parada, apenas dois anos depois a Mabel achou necessário fazer uma grande revisão. A presidência já tinha decidido por manter a parceria com a Datasul.

Muitas pessoas haviam mudado de departamento e era preciso oferecer treinamento  para as funcionalidades do sistema. Antes disso, a Mabel achou por bem realizar uma revisão de processos global e dos módulos da Datasul de todas as áreas. O projeto foi batizado de “Renovação”.

“O grande objetivo era revisar as rotinas de trabalho para acelerar processos das áreas de negócio e promover a reciclagem dos sistemas operacionais. Havia funcionalidades que não estavam sendo operadas, especialmente na área contábil”, explica Oliveira.

Oliveira conta que para amparar toda a mudança, a companhia implantou servidores virtualizados, com produto Datasul e banco de dados Progress – a Mabel foi pioneira no Brasil em virtualização com Datasul EMS / Progress, de acordo com Oliveira — porque, em função do crescimento dos últimos anos, a companhia estava com problemas sérios de desempenho no faturamento de produtos.

A lentidão implicava em problemas para dar vazão aos carregamentos e caminhões. Antes de implantada a nova infra-estrutura, a liberação de um caminhão demorava aproximadamente 45 minutos. Hoje, o mesmo procedimento é concluído em menos de dez minutos.

Mas isso não era tudo. A Mabel precisava ganhar agilidade na entrega de pedidos. Para isso, a TI trabalhou para automatizar os processos da força de vendas. Com 18 centros de vendas espalhados pelo Brasil, a companhia conseguiu reduzir o tempo de entrega de 3,6 dias, em 2007, para 2,3 dias este ano, sendo que continuam atrás da meta de entrega em dois dias apenas utilizando ferramentas do EMS 2.04.

“Um pedido é cadastrado via Pocket e está atrelado ao sistema de rastreamento do sistema regional de vendas. As rotas são travadas via tecnologia GPS”, explica o diretor de TI.

Para completar, distribuidores e representantes enviam o pedido online, que é processado no sistema Datasul, faturado e enviado para o cliente automaticamente. “Tudo isso diminui os tempos de logística e o tempo comercial. As informações da nota vão direto para as grandes redes, que podem processá-las antes mesmo da mercadoria chegar”, garante Oliveira.

Para apoiar as equipes de venda que agora respondiam aos clientes com maior rapidez, a Mabel adotou ainda uma solução de RIC (Relatório de Inteligência Competitiva), em que são criadas metas para os representantes e distribuidores por meio de pesquisa bimestral de mercado da Nielsen. Um datawarehouse auxilia na tomada de decisões.

O projeto Renovação da Mabel foi estendido até a área de estoque dos produtos. Oliveira aponta que um Warehouse Management System (WMS) vai agilizar o armazenamento, separação e inventário no centro de distribuição. De acordo com as estimativas da companhia, ele deve elevar para 99,5% a acuracidade do inventário; reduzir de 20% a 40% o uso de mão-de-obra e melhorar de 10% a 20% o aumento da utilização do espaço físico do armazém.

“Em 2009, a companhia pretende integrar todos os equipamentos de produção e fazer supervisão integrada com o ERP Datasul para levar as informações de chão de fabrica para o banco de dados corporativo”, explica o incansável diretor de TI.

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