Para o instituto, a Índia não é o único país a ser analisado por empresas que querem explorar mão-de-obra mais acessível.
De acordo com o Gartner, países como a Argentina, África do
Sul e Nova Zelândia podem tirar um pouco do holofote destinado à Índia – a grande
preferência de terceirização no modelo offshore.
O instituto afirma que a escolha da localização é um fator
fundamental que as companhias precisam considerar ao considerar o envio de
postos de trabalho para outras nações. A definição da cidade em que a empresa
vai atuar também é crítico para o sucesso do modelo.
“Independente se a estratégia de offshore da sua empresa está
baseada em um país ou em um fornecedor, é preciso entender o mapa do offshore
mundial”, disse em apresentação o vice-presidente de pesquisas do Gartner Ian
Marriott.
O Gartner avaliou 30 países em três regiões do mundo que
podem atender as necessidades de terceirização. Analisando 10 critérios, o instituto
pesou as localidades que combinam proficiência em inglês, suporte do governo
local, acesso aos profissionais, estrutura de portos e aeroportos, questões de
infra-estrutura e técnicas como segurança dos dados e privacidade.
De acordo com a pesquisa, Argentina, Brasil, Canadá, Chile,
Costa Rica, México e Uruguai são os principais destinos nas Américas. Na região
Ásia-Pacifico, o Gartner listou a Austrália, China, Índia, Malásia, Nova Zelândia,
Paquistão, Filipinas, Cingapura, Sri Lanka e Vietnã.
Na Europa, Oriente Médio e África, o Gartner escolheu a República
Tcheca, a Hungria Irlanda, Israel, Irlanda do Norte, Polônia, Romênia, Rússia, Eslováquia,
África do Sul, Espanha, Turquia e Ucrânia.