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SQL Server 2008: Server Groups

tecnologia/2008/11/17/sql-server-2008-server-groups

Publicado: 01/05/2026 às 12:47
Leitura
4 minutos
SQL Server 2008: Server Groups
Construção civil — Foto: Reprodução

Se há um recurso
novo no SQL Server 2008 que muda tudo, provavelmente este recurso é o Server
Groups. Ele possibilita que você faça qualquer consulta em um grupo inteiro de
servidores simultaneamente. Portanto, em vez de ter que percorrer todos os
servidores para verificar o status do job, implementar stored procedures e
assim por diante, você pode gerenciar ou transferir  código para qualquer
número de servidores com uma única query. O Server Groups pode ser ainda mais
estendido e aprimorado. Mas ele demanda uma mudança de paradigma. Os
administradores terão pensar em grupos em vez de servidores únicos.

O SSMS (SQL Server
Management Studio) também tem estatísticas no nível de objeto melhores do que
nunca. É um recurso executado com perfeição. No painel de detalhes de objetos,
agora você pode clicar em uma pasta e obter informações sobre todos os objetos
desta pasta. Clique na pasta Databases para ver imediatamente as
informações-chave sobre todos os bancos de dados no servidor, incluindo
tamanho, espaço utilizado, a quem pertence, index space utilizado e muito mais.
É uma lista útil porque você pode classificá-la e reordenar as colunas.

>
Volte para o teste do SQL 2008

Você também pode obter
informações detalhadas de todas as suas tabelas. Nesta nova visão de detalhes,
você vê contagem de linhas, uso de dados e de índice, esquema e por aí vai.
Além de ser muito fácil ver estatísticas no nível do objeto, este nível de
informação está disponível para todas as pastas, não apenas bancos de dados e
tabelas. É um recurso que eu não mudaria em nenhum aspecto.

Um dos recursos mais
importantes incluídos neste release é o PowerShell. O PowerShell vai mudar o
modo como os administradores gerenciam seus ambientes porque ele permite que
você faça coisas complicadas com muito mais facilidade do que no Visual Basic
ou no T-SQL.

Vejamos o exemplo de bancos
de dados de scripting. Você pode fazer o script de um banco de dados com muita
facilidade no SSMS, mas não pode programá-lo. Antes, se quisesse agendar um
script ou codificar o processo de scripting para executar exatamente as mesmas
opções a cada vez sem ter que clicar no assistente ou se preocupar em cometer
erros, tudo que você podia fazer era codificar uma solução em VB e compilá-la.

Mas nem todo mundo possui
habilidades em VB e desenvolver em SMO (SQL Server Management Objects) não é
tarefa fácil nem intuitiva. Com o PowerShell você cria um script de um banco de
dados com apenas 21 caracteres de código e o programa dentro de um agent job.
Você não tem que compilar e acompanhar código-fonte separado. O PowerShell
também facilita muito trabalhar com múltiplos objetos – e servidores – no SQL
Server.

Outro bom exemplo é
acrescentar permissões de usuário para todos os esquemas em um banco de dados.
Você pode codificar em T-SQL, mas tem que incluir código SQL dinâmico inseguro
em um cursor. Você pode fazer a mesma coisa no PowerShell com poucas linhas de
código e sem inserir quaisquer construtos inseguros no seu ambiente.

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