ITF Portal - Banner Topo
Slot: /23408374/itf-ad-banner-topo
720x300, 728x90, 728x210, 970x250, 970x90, 1190x250

João Cox, da Claro, não acredita que crise causará impacto no consumo de celular

Para executivo, telefone móvel ‘é um bem útil’ e instabilidade financeira fará com que pessoas revejam gastos inúteis. Assinatura básica é um deles, segundo presidente da operadora.

Publicado: 02/05/2026 às 00:48
Leitura
3 minutos
João Cox, da Claro, não acredita que crise causará impacto no consumo de celular
Construção civil — Foto: Reprodução

João Cox, presidente da Claro, não acredita que a crise econômica fará com que consumidores gastem menos com suas contas de celular.

“É mais barato falar no celular pré-pago do que no fixo, porque no fixo você paga 40 reais, falando ou não. Com 40 reais no pré-pago, você fala muito”, comenta, atacando a assinatura básica cobrada pelas operadoras de telefonia fixa. “A crise vai fazer com que as pessoas revejam seus custos inúteis”, completa.

Para o executivo, telefones celulares são um bem útil, porque “as pessoas precisam se comunicar”. Por isso, ele estima que o mercado de telefonia móvel no Brasil continuará crescendo a taxas de dois dígitos em 2009, tanto no que diz respeito à adição de novos clientes, quanto a volume de tráfego. “Tráfego deve ser até mais”, pondera Cox, que não quis prever qual será o tamanho do mercado no próximo ano.

O presidente da Claro garante que a empresa manterá o patamar de investimentos realizados em 2008, que superaram os 2 bilhões de dólares, excetuando-se o valor aplicado na compra de licenças (cerca de 1,5 bilhão de reais). “Não estamos reduzindo investimentos. Não estou preocupado, acho que a crise é uma oportunidade”, ressalta.

Segundo o executivo, o preço dos aparelhos é o principal aspecto que pode ser afetado pela instabilidade financeira. Mas Cox diz que até o momento a indústria tem conseguido equilibrar essa equação.

Bernardo Winik, diretor de vendas nacional da Claro, conta que a companhia está trabalhando com uma expectativa de que a cotação do dólar se estabilize entre 2,10 reais e 2,20 reais, até janeiro. “O problema maior é a volatibilidade”, pondera.

De acordo com Winik, os contratos do quarto trimestre de 2008 foram fechados com dólar fixo, cujo valor ele não quis informar. A incógnita está nas compras que serão realizadas para o primeiro trimestre do próximo ano.

“Estamos entre os três maiores compradores de handsets do mundo, então, posso trabalhar com preços menores do que os outros. Não vou falar o valor do dólar que estamos trabalhando para o primeiro tri, a menos que você me diga qual é o valor que meus concorrentes estão trabalhando”, afirma.

Winik acrescenta que o volume de vendas da operadora em dezembro está dentro do esperado e que a meta estabelecida para o período do Natal será batida. Em 2007, a Claro conquistou, até agora, 7 milhões de clientes e ultrapassou a TIM, ocupando o segundo lugar do mercado, atrás da Vivo.

As melhores notícias de tecnologia B2B em primeira mão
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada
Imagem do ícone
Notícias
Imagem do ícone
Revistas
Imagem do ícone
Materiais
Imagem do ícone
Eventos
Imagem do ícone
Marketing
Imagem do ícone
Sustentabilidade
Autor
Notícias relacionadas