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Gestão

Gestão da nuvem é o que determina o quão eficiente ela pode ser à empresa

Recentemente um relatório do Gartner revelou que o mercado mundial de serviços de nuvem pública deve crescer 17% em 2020, correspondendo a uma receita de US$266,4 bilhões. Ainda, estes investimentos devem chegar à casa dos US$ 354,6 bilhões até 2022 com expectativa de crescer até 55% no período. Já no Brasil, os gastos com TI totalizarão US$ 64 […]

Publicado: 09/05/2026 às 22:29
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4 minutos
Construção civil — Foto: Reprodução

Recentemente um relatório do Gartner revelou que o mercado mundial de serviços de nuvem pública deve crescer 17% em 2020, correspondendo a uma receita de US$266,4 bilhões. Ainda, estes investimentos devem chegar à casa dos US$ 354,6 bilhões até 2022 com expectativa de crescer até 55% no período. Já no Brasil, os gastos com TI totalizarão US$ 64 bilhões este ano, um aumento de 2,5% em relação ao período anterior. Os números são expressivos e mostram que mesmo com algum atraso, nosso País não está alheio ao movimento do mercado global de Transformação Digital.

Esta movimentação de aderência às novas tecnologias – como IoT, Big Data, Inteligência Artificial, entre outras – em que a maioria é aprimorada pela nuvem, está impulsionando o crescimento do mercado cloud. Isso traz um desafio maior – a nuvem pela nuvem já não é a novidade, o desafio é identificar como esse recurso pode auxiliar as empresas na capilarização de negócios.

Um ponto que temos que analisar sobre a real eficiência da nuvem é a forma com que fazemos a gestão do recurso, ou seja, o quão eficiente ela está sendo para a companhia. Todo o formato de nuvem, seja ela pública, de arquitetura privada ou híbrida tem a sua eficácia e demanda um olhar mais analítico para identificar qual é a mais funcional.

Não posso afirmar “deixem a nuvem pública e vão para uma arquitetura privada ou vice-versa”. O que eu pretendo ponderar é que tenham o controle disso, e, a partir desta análise, otimizem os processos da sua companhia.

Outro fator que reflete essa mobilização é o receio de companhias estarem com uma infraestrutura retrógrada. Este temor vem ocasionando mais migrações de ambientes on-premises para a nuvem pública, bem como promovendo atitudes mais ousadas e assertivas, como a aquisição de ferramentas de gestão multinuvem visando a um maior controle e governança, desde o início da jornada para a nuvem até sua estabilização e manutenção conforme a maturidade para a nuvem vai surgindo naturalmente.

Isso é absolutamente formidável para o mercado brasileiro, pois mostra a maturidade e aumenta o grau de exigência na implantação do recurso Cloud. Tenho a impressão de que pelo menos metade das empresas no Brasil utilizam alguma solução em nuvem, com bastante destaque para os setores de transporte; governo e indústria .

No entanto, ao migrar, qual é o melhor e mais seguro provedor de Nuvem? Sempre me perguntam isso por conta da minha experiência como arquiteto de soluções Cloud e a minha resposta é: o melhor provedor é aquele que atende as suas necessidades e, em uma análise de funcionalidades, apresente o melhor custo-benefício. 

Pode parecer uma resposta clichê, mas não é. Volto a afirmar, o que refletirá no melhor aproveitamento são as tecnologias para a gestão multinuvem. Migrem para a nuvem já com esse objetivo claro e bem definido para que não haja perda de know how. Tenham esse controle desde os primeiros passos rumo à nuvem para que essa gestão seja realmente assertiva.

Hoje, essas soluções já contam com inteligência para detalhar a utilização desses recursos, separando, por exemplo, por setores; centros de custos; hierarquias, etc. Isso traz insights de eficiência para que as corporações enxerguem qual departamento aproveita mais ou menos e aonde é possível reduzir e otimizar investimentos, contribuindo para a tomada de decisão assertiva.  Ter o controle integrado de todos os provedores, internos, externos, públicos e privados, possibilita a gestão de custos e uma visão holística da tecnologia. Muitas vezes, há uma quantidade de máquinas tão grande conectada aos provedores que as companhias acabam perdendo o controle, ou seja, não fazendo a gestão da forma correta. Isso faz com que as empresas gastem mais que o necessário.

Meu apelo aqui não é mais “invistam na nuvem”. Acredito que a tecnologia está sendo disseminada em um ritmo natural e saudável. O ponto é: “administrem os recursos em nuvem com inteligência de modo que eles contribuam para a geração de negócios. Outrossim, tenham o domínio sobre esta gestão a fim de realizar mudanças necessárias que refletirão no crescimento da empresa”.

Você, gestor, tem esse controle na sua empresa? Sabe se o setor que mais consome a tecnologia está gerando o retorno esperado? Deixo aqui essa reflexão para realizarmos um exercício de assertividade na utilização dos recursos oferecidos pela nuvem.

*Luiz Madeira é arquiteto de soluções da Globalweb

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