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NCR quer 30% do mercado brasileiro de ATMs em 5 anos

Para atingir a meta, empresa deu início à fábricação de equipamentos em Manaus, com a promessa de preços mais competitivos.

Publicado: 10/05/2026 às 08:27
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3 minutos
NCR quer 30% do mercado brasileiro de ATMs em 5 anos
Construção civil — Foto: Reprodução

Aumentar de 13,5% para 30% a participação no mercado com o fornecimento de terminais bancários no prazo de cinco anos. Essa é a meta da fabricante de equipamentos de autoatendimento (ATMs) NCR com o investimento na implantação de uma fábrica própria no Brasil. A unidade foi inaugurada em Manaus em novembro e vai atender também a outros países da América Latina.

Além da produção, a nova unidade funcionará como um polo de pesquisas e desenvolvimento para projetar soluções sob medida para o mercado. Para esse projeto, a NCR Brasil conseguiu um aporte de capital da matriz de 73 milhões de reais que serão aplicados ao longo de três anos.

Segundo Elias Silva, presidente da subsidiária, o investimento visa atender uma demanda do segmento financeiro local, que diferentemente do resto do mundo, compra ATMs personalizados.

“Cada banco quer ter um ATM com sua cara”, diz o executivo, que precisou provar para a matriz que os bancos brasileiros não são como os americanos e europeus que compram caixas eletrônicos padronizados.

Silva dá exemplo do cofre, que é um dos itens que mais pesam no custo final do equipamento e que cada banco pede um modelo diferente. Já nos Estados Unidos e Europa há um padrão para esse dispositivo, o que facilita a fabricação em grande quantidade dos caixas eletrônicos.

Como o Brasil é o terceiro maior comprador de ATMs com base instada de 170 mil unidades, o que representa 10% dos 1,7 milhão de equipamentos existentes ao redor do mundo, a NCR corporation resolveu apostar nesse mercado.

Preços mais competitivos

Com a produção própria, o presidente da NCR Brasil diz que, além de poder entregar mais rapidamente ATMs sob medida, terá preços mais competitivos. Até então, a fabricante atendia aos bancos por meio de fabricação terceirizada com a Flextronics.

“Agora estamos mais preparados para entregar equipamentos customizados aos clientes e queremos aumentar o nosso market share de 13,5% para 30% num prazo de cinco anos”, afirma Silva, que ambiciona a segunda colocação do ranking no seu segmento.

De acordo com o executivo, a NCR Brasil é atualmente a terceira colocada no País no fornecimento de ATMs, atrás da Diebold Procomp e Itautec. No mercado mundial, a empresa é a primeira do ranking, segundo Silva.  

A nova fábrica tem capacidade para produzir entre 8 mil e 9 mil equipamentos por mês, em apenas um turno. Até maio de 2010, a unidade vai gerar mais de 250 oportunidades de emprego em Manaus. Os primeiros produtos serão entregues em janeiro.

Ao mesmo tempo em que investiu no segmento financeiro, a NCR planeja exploração também do setor varejista. Mas como esse nicho é pulverizado, a empresa está criando uma estrutura de canal para vendas indiretas. 

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