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Open Data Center Alliance propõe padrões abertos para cloud

Apoiada pela Intel, associação reúne 70 usuários de TI para definição de requisitos técnicos e recomendações para facilitar a vida nas nuvens.

Publicado: 22/05/2026 às 05:41
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Open Data Center Alliance propõe padrões abertos para cloud
Construção civil — Foto: Reprodução

É difícil encontrar um fornecedor de tecnologia que não esteja trabalhando fortemente na migração de produtos para o modelo de computação em nuvem. Mas alguns clientes parecem estar preocupados com a falta de padrões, de interoperabilidade das soluções e também com o gasto elevado de tempo e dinheiro provocada pela relação obrigatória com multifornecedores. Apoiados pela Intel, 70 grandes usuários de TI _ incluindo Vivo e Locaweb, aqui no Brasil _ anunciaram a criação da Open Data Center Alliance.

Trocando em miúdos, a Open Data Center Alliance é uma organização independente de importantes gerentes de TI que se reuniram para intensificar sua voz coletiva de modo a definir requisitos para datacenters do futuro que permitam flexibilidade e opção de fornecedores e tecnologias. Juntos, eles representam mais de 50 bilhões de dólares em investimentos anuais em TI. A Intel atua como consultora  técnica dessa organização, que tem no seu comitê gestor empresas do porte da BMW, China Life, Deutsche Bank, J.P. Morgan Chase, Marriot, Shell, Terremark e UBS.

“Nossa expectativa é a de que a Open Data Center Alliance possa vir a ser o open source do cloud computing. Gere padrões e recomendações que reduzam a quantidade de pesquisa básica para a implantação de soluções, e aponte boas práticas comuns ao mercado, para que possamos focar recursos no diferencial que agregará valor ao nosso negócio”, resumiu Rafael Rosa, coordenador dos produtos de Cloud Computing da Locaweb.

A Intel compartilha a visão e os objetivos da associação, e pretende estar próxima, acompanhando os trabalhos, para ouvir as ideias da aliança, absorver o que for possível e aplicar em seus produtos, principalmente no que diz respeito a padrões de segurança e melhorias da eficiência energética.

“A indústria tem a oportunidade de acelerar o potencial da computação em nuvem, melhorar a economia de escala e fazer melhores negócios quando colabora para a criação de padrões. A colaboração tem gerado bons resultados”, declarou o diretor de soluções corporativas da Intel para as Américas, Frank Johnson, presente na Futurecom, nessa quarta-feira, 27/10, data de lançamento mundial da iniciativa.

“Com a Open Data Center Alliance, temos as principais empresas do mundo focadas e ativamente engajadas com a Intel e a indústria high-tech, acelerando soluções para os principais desafios da computação em nuvem”, diz o executivo. A intenção da empresa é criar software e projetar novas capacidades para seus processadores que facilitem a adoção dos requisitos técnicos definidos pela aliança por fornecedores integrantes do programa Intel Cloud Builders. O objetivo é ter um guia prático sobre como implementar, manter e otimizar uma infra-estrutura de nuvem.

Integram o programa Intel Cloud Builders empresas como a Canonical, Cisco, Citrix, Dell, EMC, Enomaly, Eucalyptus Systems, Gproxy, HP, IBM, Joyent, Microsoft, NetApp, NetSuite, Novell, Parallels, Red Hat, Univa e VMWare.

A atuação da Intel tem razão de ser. A empresa está preocupada em garantir que sua visão de  computação contínua possa realmente acontecer. E ela é fortemente dependente de comutação online baseada em um modelo de nuvem mais interoperável, seguro e simplificado.

A visão de nuvem da Intel possui três elementos principais: uma nuvem federada, que permita que as empresas compartilhem dados por meio de redes internas e externas (privadas e públicas), uma rede automatizada, que permita um movimento de dados seguro e automático entre aplicativos e recursos disponíveis nesses dois tipos de nuvem, e soluções client-aware capazes de reconhecer quais tipos de aplicativos, comandos e processamento devem ser realizados na nuvem ou no dispositivo mais próximo dos  usuários, seja ele o desktop, o notebook, o smartphone, ou qualquer outro tipo de equipamento inteligente, inclusive nas relações M2M (machine-to-machine).

 

 

 

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