A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) deliberou na última quinta-feira, 23/5, sobre o uso das faixas de radiofrequências de 2,3 GHz e de 3,5 GHz para a rede 5G no país, que serão licitadas pelo órgão. Em nota sobre o assunto publicada no seu site, a Anatel afirma que considera essas duas faixas fundamentais para […]
A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) deliberou na última quinta-feira, 23/5, sobre o uso das faixas de radiofrequências de 2,3 GHz e de 3,5 GHz para a rede 5G no país, que serão licitadas pelo órgão. Em nota sobre o assunto publicada no seu site, a Anatel afirma que considera essas duas faixas fundamentais para a implementação da tecnologia de Internet móvel de quinta geração (5G) no Brasil.
“A aprovação dessas duas matérias é um passo importante para o processo licitatório no qual temos trabalhado, para que seja contemplado o interesse nacional”, afirma o presidente da Anatel, Leonardo de Morais.
Além disso, o conselheiro relator do 3,5 GHz na Anatel, Aníbal Diniz, afirmou que, com essa decisão, “a Agência pode dar prosseguimento à elaboração do edital de licitação dessas faixas, que deve ocorrer no primeiro trimestre de 2020”.
Conforme aponta a Anatel, a faixa de 2,3 GHz é uma faixa de destacada harmonização mundial para os sistemas IMT (do inglês, International Mobile Telecommunications), enquanto que a faixa de 3,5 GHz é aponta por muitos como a porta de entrada para as redes 5G.
Ainda de acordo a Agência, a destinação das frequências em questão levou em consideração uma variedade de pontos, incluindo “blocos, arranjos, distribuição geográfica e contrapartidas a serem exigidas das proponentes vencedoras da futura licitação, até possíveis medidas preventivas e corretivas para mitigar eventuais interferências prejudiciais entre os sistemas de radiocomunicação dos usuários dessas faixas e suas adjacentes”.