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CEO da IBM: Amazon e Microsoft são aliadas no setor de computação na nuvem

Dentro do setor de computação em nuvem, a IBM sempre se posicionou como concorrente de empresas que oferecem serviços similares, como a Amazon (com seu AWS) e Microsoft (Azure). Isso é, até agora: em entrevista para a Bloomberg, a CEO Ginny Rometty afirmou que a empresa mudou sua abordagem, encarando ambas as marcas (e demais […]

Publicado: 21/05/2026 às 16:16
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Construção civil — Foto: Reprodução

Dentro do setor de computação em nuvem, a IBM sempre se posicionou como concorrente de empresas que oferecem serviços similares, como a Amazon (com seu AWS) e Microsoft (Azure). Isso é, até agora: em entrevista para a Bloomberg, a CEO Ginny Rometty afirmou que a empresa mudou sua abordagem, encarando ambas as marcas (e demais empresas do setor) como parceiras.

Para Rometty, o cenário atual do mundo dos negócios caminha para uma realidade na qual a inovação chega por meio de diferentes marcas e, para se manter competitivas, as empresas necessitam trabalhar com várias firmas que atuam no mesmo segmento.

Por conta disso, quem está nesse mercado (e deseja continuar nele) precisa entender que existem momentos de competição, mas parcerias também são essenciais. “Quando se falada na jornada de transformação digital, isso significa que às vezes os clientes trabalham comigo, mas também com outras nuvens, muitas outras. A ideia precisa ser conectar todas.”

Desafios e novos negócios

Fundada em 1911, a companhia de Armonk precisou se adaptar diversas vezes ao panorama de mercado para se manter atraente para os clientes. E esse foi um ponto comentado por Rometty durante a conversa: “[essa habilidade de transformação] é algo que muitas outras empresas ainda precisam enfrentar. Uma coisa é lançar novos produtos, outra é quando o cenário competitivo ataca seus principais modelos de negócios e você precisa desenvolver um novo.”

Em busca de ampliar sua área de atuação, a dona do Watson comprou por US$ 34 bilhões a Red Hat, uma das principais lideranças no setor de desenvolvimento com base em softwares livres como Linux. Porém, o objetivo não é colocar a marca debaixo do guarda-chuva da gigante de tecnologia, deixando-a independente tanto para lidar com as demandas da sua comunidade (que são bem diferentes do mundo empresarial) e também trabalhar com concorrentes da marca. “Eles permanecerão comprometidos e neutros. Eles precisam estar em todas as plataformas de nossos concorrentes”, enfatiza Rometty.

 

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