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Bancos e energéticas devem liderar recuperação em 2010

John Schwarz, executivo da SAP, acredita que empresas desses setores já começaram retormar investimento pensando na recuperação econômica

Publicado: 08/05/2026 às 05:31
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Bancos e energéticas devem liderar recuperação em 2010
Construção civil — Foto: Reprodução

Bancos, companhias de energia e manufatura começaram a aumentar um pouco os investimentos. Esta decisão tem um propósito claro: estar preparada para a retomada econômica. A constatação é do executivo da SAP John Schwarz, que falou sobre o assunto em recente entrevista. Sobre aquisições, a percepção é que muitas companhias de software estão se posicionando para serem compradas, mas algumas estão inflando seu valor de mercado.

Do Wall Street Journal:

“O que vemos são pessoas trabalhando em um novo mundo”, informou em entrevista. “Alguns clientes estão com visão de longo prazo para suas necessidades que são estratégicas.”

Os bancos, por sinal, “começaram se planejar para o futuro pensando em como eles vão investir superar os resultados do final de 2008.” O setor de produção trabalha no aumento dos estoques novamente, enquanto o de energia vai relativamente bem, disse Schwarz.

Um interesse particular de Schwarz é o ressurgimento da SAP no aquecido espaço de business analytics com sua linha de produtos Business Objects, empresa da qual o executivo era CEO quando a SAP comprou a companhia no ano passado por US$ 6,8 bilhões.

Enquanto a SAP vem automatizando processos de negócios há um com tempo com seus aplicativos de ERP, o produto Business Objects ajudará clientes SAP na antecipação de tendência de futuro e oportunidades de mercado.

Neste contexto, é interessante ver que o artigo do Wall Street diz que a SAP “começou a formar (Business Objects) a força de vendas para recapturar o tempo perdido.”

Se a força de vendas foi desmantelada ou esteve enfraquecida no processo de integração com a SAP, não faria mais sentido reconstituir o time para persuadir clientes SAP onde a companhia já possui relacionamento estabelecido? Então, novamente, poderia ocorrer que a SAP sente que seus produtos tradicionais não trabalham da forma desejada com os softwares de análise da Business Objects?

O artigo do jornal diz que a SAP “está desenvolvendo ferramentas para permitir que os softwares de análises trabalhem com mais proximidade dos programas de processos.”

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