Apesar do custo superior ao de plataformas abertas, flexibilidade do software é um chamariz
A seleção do SharePoint 2010 oferece recursos mais abrangentes que apenas gerenciamento de conteúdo corporativo, o que concede suporte amplificado para projetos em fase dois. “A outra parte do projeto é fazer reservas online e, tendo o SharePoint como plataforma, facilita isso”, explica Joe Mueller, diretor de relações públicas Boy Scouts of America. “Quando um líder escoteiro está em uma das bases, planejando um acampamento, e quer usar nosso equipamento para fazer escaladas, ele usa o telefone celular para acessar nosso site e fazer a reserva, possivelmente realizando o pagamento via cartão de crédito.”
Para criar o site, o grupo recebeu propostas de três empresas da região de St Louis, nos EUA, e acabou escolhendo a Quilogy (adquirida recentemente pela Aspect), uma parceira Microsoft com base em Massachusetts, especializada no fornecimento de comunicação unificada e colaboração.
Ao confiar em outra empresa para desenvolver e rodar seu site, o Grupo de Escoteiros de St. Louis pôde criar a presença web que precisava sem pagar uma grande equipe de TI. “A equipe de desenvolvimento da Quilogy chegou, conheceu nosso trabalho, entendeu nosso negócio e nos ajudou a ver nosso site pelos olhos dos clientes. Ajudou-nos, também, a entender como o SharePoint seria capaz de organizar e apresentar melhor nossas informações”, avalia Mueller.
A decisão de seguir adiante com a versão mais recente da tecnologia permitiu que o Grupo um upgrade. “Fomos umas das primeiras organizações do país a usar o SharePoint 2010”, aponta Mueller. “Com isso, conseguimos economizar uma quantia significativa porque não precisamos passar pelas as atualizações da versão SharePoint 2007.”
Apesar da diferença entre o custo do SharePoint e plataformas em código aberto, Mueller defende a escolha da organização. “Não me arrependi de ter tomado essa decisão com a equipe. O SharePoint tem se mostrado extremamente flexível”.
A decisão SharePoint
Pequenas e médias empresas têm duas opções para SharePoint: hospedado ou local.
Se o uso for restrito a uma intranet corporativa, sem foco em um site externo, uma opção simples é por meio do Business Productivity Online Services (BPOS), da Microsoft. A versão padrão do BPOS inclui Exchange Online, SharePoint Online, Office Live Meeting e Office Communications Online, e custa apenas US$ 10 por usuário/mês. Sozinho, o SharePoint Online custa US$ 5,25 por usuário/mês, e permite que as empresas criem portais internos, sites de colaboração e fluxo de trabalho de gerenciamento de conteúdo, tudo indexado e pesquisável.
A solução in-house envolve custos de implantação e licenças mais altos, mas seu uso pode ser tanto interno quanto externo. O SharePoint Foundation 2010, uma versão gratuita do software, funciona apenas com portais internos e serviços de colaboração, e requer uma cópia da licença do Microsoft Windows Server (cujo preço inicial é US$ 1.029, incluindo cinco licenças de usuários). Para um site externo é necessária uma cópia da licença do SharePoint Server 2010 e licenças de acesso padrão.
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