Grupo espanhol, que no Brasil adquiriu o Real, precisa para o período entre 2009 e 2011 otimizar softwares
Presente em cerca de 40 de países, com 90 milhões de clientes e 3 bilhões de transações anuais, o Grupo Santander tem, pelos próximos três anos (entre 2009 e 2011), o desafio de melhorar o desempenho de seus aplicativos com objetivo de reduzir o custo operacional e aumentar a qualidade do serviço prestado para o cliente.
Parece que o banco vai no caminho certo. Pelo menos foi isto que o CIO global da companhia espanhola, José María Fuster, demonstrou durante o painel O papel da tecnologia no desenvolvimento do banco, na 19ª edição do Ciab (leia especial).
De acordo com Fuster, em 2004, quando o grupo tinha dimensões bem menores que as atuais, após uma série de aquisições em diversos países, o valor gasto com aplicações era de 870 milhões de euros – uma quantia que subiu pouco em comparação com os 890 milhões de euros gastos em 2008.
Mundialmente, a TI do grupo está dividida sob dois focos: aplicações e plataforma técnica. E é isto, segundo Fuster, que vem proporcionando economia em escala e compartilhamento de melhores práticas. “Ter eficiência é muito importante, pois permite a vantagem competitiva e um posicionamento mais agressivo. Os bancos mais eficientes são aqueles que suportam os testes de estresse sem afetar seu capital”, afirmou
No caso do Brasil, onde o banco passa pela integração com Real, o desafio é ser capaz de combinar os dois modelos de corporação, absorvendo o “melhor de cada um dos dois mundos”.
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Confira o especial sobre o Ciab 2009, com todas as notícias do evento. O Ciab ocorre de 17 a 19 de junho em São Paulo.