Para CIO do Institute for Family Health, quanto mais tempo se mantém duplicidade de sistemas, pior é a adaptação
Todos que farão uso do sistema de prontuário eletrônico devem estar engajados na causa desde o inicio. A parceria entre os profissionais de TI e os profissionais de saúde é essencial, diz Marc Probst, CIO do Intermountain Healthcare. As 22 unidades da Intermountain, em Utah e Idaho, vêm usando um sistema autóctone de PEP há mais de 30 anos, e, agora, têm um acordo de 7 anos com a GE para modernizar o sistema. Para Probst, a comunicação com a equipe médica incrementa o fato de ter escritórios próximos.
Às vezes, aquele pedaço final da adesão precisa de um empurrão prático. Quando o Institute for Family Health, uma rede de centros médicos comunitários na área do metrô de Nova York, lançou seu PEP em 2002, os líderes do projeto se livraram de todos os receituários e outros formulários médicos. Médicos e enfermeiros foram obrigados a abraçar a tecnologia e superar qualquer dificuldade, disse o presidente e CEO Neil Calman. “Quanto mais tempo forem mantidos sistemas duplicados, mais complicada se torna a adaptação”, disse ele.
Os hospitais ainda têm um desafio a mais, conseguir com que os médicos autônomos afiliados usem o sistema de PEP. Incentivos e suporte podem ajudar. O Centro Médico Beth Israel Deaconess paga pelo software e pelo suporte para os médicos afiliados que usam o sistema de PEP baseado em computação em nuvem do eClinicalWorks. Mas Leanne Harvey, diretora do projeto, disse que é importante que os médicos paguem uma parte dos custos para que eles tenham interesse garantido no projeto.
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