ITF Portal - Banner Topo
Slot: /23408374/itf-ad-banner-topo
720x300, 728x90, 728x210, 970x250, 970x90, 1190x250

Incubadoras impulsionam empresas com inovação no DNA

Veja a história de sucesso de quatro empresas nascidas em incubadoras nacionais

Publicado: 09/05/2026 às 00:32
Leitura
4 minutos
Incubadoras impulsionam empresas com inovação no DNA
Construção civil — Foto: Reprodução

Todo organismo necessita

de condições básicas para se desenvolver. A afirmação serve também para o

ambiente corporativo. Para que uma ideia deixe o campo abstrato e se transforme

numa realidade, é preciso terra fértil, boas doses de cuidado e níveis

consideráveis de perseverança. Por oferecer este tipo suporte, as incubadoras

ganham importância gerindo empresas que carregam inovação em seu DNA e formando

um novo panorama empresarial no Brasil.

“O futuro das

empresas depende da capacidade de incorporar inovação”, avalia Ronaldo Mota,

secretário de desenvolvimento tecnológico e inovação do Ministério de Ciência e

Tecnologia, afirmando que as companhias nascidas em incubadoras cumprem este

papel, além de servirem de exemplo para o mercado. “Uma característica da

retomada econômica prevista para os próximos meses não será a maior oferta de

concursos públicos, mas, sim, de enormes oportunidades para quem tiver espírito

empreendedor”, projeta.

A Associação

Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec)

calcula que existam cerca de 4,8 mil empresas distribuídas em 400 incubadoras

no Brasil, de acordo com dados de 2007. Em quase 30 anos, cerca de 1,5 mil

companhias graduaram-se e hoje verificam, em média, um faturamento anual

próximo aos R$ 3 milhões.

O assunto é

tratado como prioridade na esfera política. Segundo Mota, a pasta destinou mais

de R$ 10 milhões do orçamento de 2008 para incubadoras e parques tecnológicos.

Para 2009, a previsão de aporte gira na casa dos R$ 20 milhões. “E, a depender

dos recursos, temos intenção de fazer investimento de grande porte”, antecipa,

sem revelar montante alocado.

“Em 20 anos,

estimamos que as incubadoras receberam R$ 450 milhões”, contabiliza o

presidente da Anprotec, Guilherme Ary Plonski, afirmando que uma quantia

próxima a esta é devolvida pelas graduadas anualmente em forma de tributos.

Pelas contas do MCT, em 2009, chegaremos aos patamares de 600 empresas

inovadoras que fazem uso legal das isenções fiscais – oriundas, em grande

parte, das leis de Inovação e do Bem.

Empreendendo TI

O ambiente de

incubação se mostra muito útil, especialmente, para ex-alunos das ciências

exatas. Esses são cursos que formam profissionais extremamente qualificados

para atender requisitos técnicos e elevada capacidade de inovação, mas pouco

afeitos às questões administrativas exigidas do empreendedor. O nascimento de

um “abrigo” para projetos inovadores no Brasil data dos anos 80 e veio para

preencher a lacuna existente entre a produção acadêmica e sua aplicação no

setor produtivo.

Sem acesso a esses

conhecimentos, muitos jovens empreendedores falham e ingressam na clássica

estatística nacional que aponta uma taxa de mortalidade na casa dos 40% das

empresas com até cinco anos. O número de incubadoras que sucumbem mostra-se consideravelmente

menor, na casa dos 10% no mesmo período.

Está provado que

empresas incubadas podem ser boas alternativas para encontrar – e até ambientes

para desenvolver – produtos que, por vias tradicionais, seriam inalcançáveis

por questões de custo, qualidade ou aderência a demandas locais. Adquirir

soluções inovadoras de um provedor próximo (o que traz, entre outros, estímulo

a economia regional) e que possui respaldo de uma organização notadamente séria

deve ser um ponto a ser considerado na hora de comprar tecnologia.

A seguir veja a

íntegra das histórias de sucesso de quatro empresas nascidas em incubadoras que

são referência na área: Softex Campinas, de São Paulo; C.E.S.A.R., de

Pernambuco; Prointec, de Minas Gerais e Unitec, do Rio Grande do Sul. Além de

uma possível fonte para buscar soluções tecnológicas, os ambientes podem servir

como estímulo aos profissionais que queriam ativar suas veias empreendedoras.

Leia também:

Depois de 49

nãos, Inmetrics conquista o primeiro cliente

Ao acaso,

Tempest nasce no C.E.S.A.R.

Carlos Hoffmann

conta sua segunda incubação

Prointec

suporta crescimento da GT

As melhores notícias de tecnologia B2B em primeira mão
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada
Imagem do ícone
Notícias
Imagem do ícone
Revistas
Imagem do ícone
Materiais
Imagem do ícone
Eventos
Imagem do ícone
Marketing
Imagem do ícone
Sustentabilidade
Autor
Notícias relacionadas