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100+: missão na Accenture é capacitar funcionários

Apesar de estratégia global, trabalho da equipe não se limita a apenas cumprir as iniciativas estabelecidas pela matriz

Publicado: 21/05/2026 às 05:33
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100+: missão na Accenture é capacitar funcionários
Construção civil — Foto: Reprodução

Da sala equipada para a realização de conferências por meio de equipamentos de telepresença, a diretora de tecnologia da Accenture, Maria Iracema Alambert, recebeu a reportagem de InformationWeek Brasil. Em mãos, a executiva tinha a impressão de reportagem que fizemos com ela em 2006. “Cumprimos tudo”, tratou logo de dizer. De fato, a sala é uma amostra do que a empresa de consultoria de gestão, serviços de TI e outsourcing tem feito dentro do escopo do programa de colaboração 2.0, que vive sua terceira fase.

Passada quase uma hora do início do bate-papo, as televisões ligaram e do outro lado apareceu Cara M. Rehal, líder de gestão de mudança do programa de colaboração. Iracema tinha por objetivo mostrar in loco como os colaboradores da Accenture estão usufruindo a aquisição e aproveitar a oportunidade para que a colega norte-americana complementasse a entrevista com mais informações sobre o programa.

Iniciada em 2003 com a mudança do Lotus Notes, da IBM, para o pacote da Microsoft, a iniciativa engloba toda a companhia com a incumbência de melhorar a produtividade das pessoas. A fase atual concentra-se na adoção de ferramentas voltadas para a colaboração e o compartilhamento de conhecimento, como, por exemplo, o desenvolvimento do portal batizado de People.Accenture. Desenvolvido internamente e operando globalmente, o local reúne informações sobre os colaborabores, funcionando como uma rede social.

Como complemento, há outro site – o bigfile.accenture.com – por meio do qual os consultores fazem uploads de arquivos. Tudo fica armazenado neste grande repositório, turbinado com mecanismos de buscas para facilitar as pesquisas. “A missão da TI é capacitar todos os funcionários para que eles façam serviços melhores desde qualquer lugar e a qualquer momento. Para isto, é fundamental ter acesso às informações o mais rápido possível.”

Ao permitir que o funcionário se aprofunde em variados temas da alçada da consultoria, o projeto evidencia aquela que deve ser a preocupação número um de uma empresa que tem a sua base de sustentação no talento das pessoas. Também como parte da estratégia, o SharePoint foi implementado em 2007.

No Brasil, além dos equipamentos de telepresença, adotados no fim de 2009, investiu-se na mobilidade, a partir da adoção do Microsoft Office Communicator Phone Edition. De acordo com a executiva, todos os 7 mil funcionários têm acesso às ferramentas e, na América Latina, o pacote está 70% implementado. Mais que olhar para a economia de custos – ela calcula uma redução nos gastos entre 5% e 10% em comparação com o cenário anterior – o pacote proporcionou a tão desejada instantaneidade. Algo que está de acordo com as necessidades da geração Y. “Temos de nos adequar ao que os jovens querem”, pontua. 

Diretrizes globais

Na Accenture, quarta colocada no ranking geral de As 100+ Inovadoras e campeã na categoria tecnologia e computação, existe um site para que os colaboradores depositem suas ideias. Elas passam por um funil até as melhores serem testadas. Como caso brasileiro, a executiva cita a padronização do sistema de backup de servidores. “Os desenvolvedores daqui deram a sugestão e mostramos para o global”, conta Iracema. A equipe dela desenhou os processos para melhorar o backup e deixá-lo mais seguro. “Diminuímos os custos e ganhamos agilidade.”

O Brasil integra o bloco chamado de mercado emergente. A estratégia macro de inovação em TI é definida mundialmente e adotada localmente em cada país, onde os líderes de tecnologia da informação tem, ainda, a responsabilidade de investir em melhorias para capacitar os consultores. A grande parte destes profissionais fica alocada nos clientes e dependem da TI para trabalhar.

Na empresa há 22 anos, Iracema reponde pela implementação dos projetos nos escritórios da América Latina. Ela participa de calls mensais, tanto operacionais como estratégicos, com 13 representantes mundiais de TI. Nestes momentos, a CIO apresenta as demandas da região. Atualmente, segundo a executiva, estão em execução 20 projetos globais de TI.

Ademais de focar nisso, o time da TI precisa atender ao usuário corporativo da Accenture e entender as particularidades de cada projeto do qual o funcionário faz parte para conseguir propor melhorias. Nesta seara, a conectividade representa a face mais clara das necessidades – e justifica o investimento da companhia em recursos 2.0 para aumentar a capacidade dos consultores.

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