A Telesp Celular está avaliando uma possível participação na
Abílio Ançã Henrique, presidente da operadora da Banda A em São Paulo, acredita que o mercado de telecomunicações brasileiro não comporta uma grande quantidade de fornecedores de serviços.
“Apenas sete ou oito grandes empresas vão sobreviver e seremos uma delas”, assegura o executivo ao lembrar que os pequenos não terão recursos para entar na disputa por muito tempo.
A empresa anunciou hoje metas agressivas de ampliação da base de assinantes no Brasil, antes da chegada do terceiro concorrente, que deve começar a operar em julho do próximo ano. Com quatro milhões de assinantes hoje (60% pré-pagos e 40% pós-pagos), a Telesp espera duplicar o número de clientes dentro de seis meses. Para isso, estará investindo R$ 600 milhões na melhoria da infra-estrutura, marketing e promoções comerciais.
Do total de assinantes da empresa, 10% (400 mil) possuem aparelhos WAP (Wireless Application Protocol), mas apenas 160 mil utilizam os recursos do serviço WAAP da companhia. O tempo médio de conexão com a Internet móvel é de apenas seis a oito minutos por mês e os serviços mais utilizados são e-mails, transações bancárias e notícias.
Ainda em 2001, a Telesp Celular também petende criar sua rede de 2,5 G, que vai possibilitar a transmissão de dados em velocidades de até 140 Kbps(a atual é de apenas 14,4 Kbps). “Com isso, teremos aampliação significativa dos recursos disponíveis”.