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As companhias que mais ganharam (ou perderam) valor de mercado em 2019

Como boa parte da cobertura de tecnologia acompanhou o vaivém financeiro das startups em 2019 (que ficou muito a desejar), a impressão geral é que, em matéria de investimento, o ano que acabou de acabar não foi lá dos melhores. Mas essa impressão é pura questão de perspectiva.  Enquanto que os últimos meses foram desafiadores […]

Publicado: 13/05/2026 às 14:02
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6 minutos
Construção civil — Foto: Reprodução

Como boa parte da cobertura de tecnologia acompanhou o vaivém financeiro das startups em 2019 (que ficou muito a desejar), a impressão geral é que, em matéria de investimento, o ano que acabou de acabar não foi lá dos melhores. Mas essa impressão é pura questão de perspectiva. 

Enquanto que os últimos meses foram desafiadores para novos negócios, empresas mais consolidadas tiveram a oportunidade de registrar lucros que não apareciam há tempos.  O índice Standard & Poor’s 500, que analisa o desenvolvimento de 500 ações listadas nas bolsas americanas, registrou uma alta de 32%, a maior vista em mais de 20 anos, de acordo com analistas da CNBC

Ou seja: existiram, sim, empresas que apresentaram um desempenho financeiro bem acima da média e aumentaram de forma significativa seu valor de mercado. Ao mesmo tempo, outras firmas acabaram registrando resultados abaixo do esperado. 

E quais marcas que podem comemorar (ou se replanejar)? Apresentamos a lista abaixo* com as empresas cujo valor de mercado aumentou ou abaixou entre janeiro e dezembro. 

Apple 

As ações da companhia comandada por Tim Cook tiveram um ano de sucesso em que seu valor de mercado subiu mais de US$ 497 bilhões para US$ 1,3 trilhão, com suas ações atingindo inúmeros recordes no segundo semestre de 2019.

A empresa se beneficiou das fortes vendas de produtos (como os fones de ouvido AirPods e os relógios inteligentes da linha iWatch) e de sua entrada nas guerras de streaming com Apple TV +. 

Microsoft

Outra gigante da tecnologia de alto desempenho, que expandiu bastante seus negócios em nuvem este ano, viu seu valor de mercado subir em US$ 408 bilhões, para um total de US$ 1,2 trilhão – concorrendo com a Apple pelo título de mais valioso do mundo companhia. 

Google 

Na liderança do mercado de publicidade e a pesquisa digital – embora também esteja se expandindo para áreas como inteligência artificial e carros autônomos -, a gigante de Mountain View teve seu valor de mercado aumentado de US$ 214 bilhões para quase US$ 859 bilhões

Facebook 

A rede social continuou a atrair mais receita adicionando novos usuários à sua plataforma principal, bem como a serviços como Instagram e WhatsApp, apesar do possível escrutínio regulatório no horizonte. A empresa ganhou US$ 211 bilhões em valor de mercado desde o início de 2019, totalizando US$ 585 bilhões

Amazon 

A principal referência em comércio eletrônico  viu seu valor de mercado subir quase US$ 180 bilhões – para um total de US$ 887 bilhões – este ano, graças ao forte crescimento em seus negócios de computação em nuvem (Amazon Web Services) e publicidade. 

Outros destaques 

Vindas do setor financeiro, Visa (US$ 330 bilhões), JPMorgan Chase (US$ 437 bilhões) e Mastercard (US$ 301 bilhões) são as empresas que também tiveram um ano bem mais do que positivo. Fechando a lista do Top 10 estão a Disney (US$ 260 bilhões), que faturou alto com lançamentos da franquia Marvel e seu serviço de streaming Disney+, e a Procter & Gamble (US$ 311 bilhões), que cortou custos e consolidou suas marcas este ano. 

 
Agora, vamos para as 10 principais empresas e perderam o maior valor de mercado em 2019 * 

DuPont 

A marca, que já foi o maior conglomerado químico do mundo, gerou inúmeros negócios ao longo do ano, incluindo sua subsidiária de produtos químicos Dow e a unidade agrícola Corteva, que reduziram o valor de mercado da empresa em mais da metade em abril. Seu valor de mercado caiu quase US$ 34 bilhões ao longo do ano, chegando a um total de US$ 47,5 bilhões

Pfizer 

A farmacêutica viu seu valor de mercado cair pouco mais de US$ 35 bilhões – para US$ 216 bilhões – em 2019. Isso se deve à queda nas vendas e à fusão da divisão de medicamentos genéricos da Upjohn com a Mylan no início do ano, o que gerou uma reação negativa dos analistas de Wall Street. 

Kraft Heinz 

Uma das maiores participações do investidor bilionário Warren Buffett (participação de quase 27%), a marca viu suas ações caírem mais de 30% no final de fevereiro, depois que a empresa anotou o valor das marcas icônicas Kraft e Oscar Mayer em mais de US$ 15 bilhões. Os papéis não se recuperaram desde então e a empresa perdeu mais de US$ 13,5 bilhões em valor de mercado este ano. 

 
Walgreens Boots Alliance 

O valor de mercado da cadeia internacional de farmácias diminuiu mais de US$ 13,1 bilhões este ano, para US$ 52 bilhões, à medida que a empresa enfrenta preocupações crescentes com a concorrência dos varejistas on-line, reduzindo os custos e explorando um enorme potencial de compra alavancada de uma empresa privada. 

Occidental Petroleum  

A companhia de extração e exploração comercial de petróleo e gás viu seu valor de mercado cair mais de US$ 11,5 bilhões, já que os investidores de Wall Street se preocupam com sua grande carga de dívida decorrente de uma aquisição de US$ 37 bilhões da Anadarko Petroleum no início deste ano, bem como a queda nos estoques de energia em geral. 

Final do ranking 

A fabricante de produtos industriais 3M (US$ 101 bilhões, desvalorização de 7,6%), a empresa de investimento imobiliário Simon Property Group (US$ 45,7 bilhões, desvalorização de 9,73%) e a fabricante de dispositivos para implantes médicos Abiomed (US$ 7,7 bilhões, desvalorização de 44%), seguem a lista de empresas que mais perderam valorização em 2019. Para fechar o ranking estão a Biogen (US$ 53 bilhões, desvalorização de 2,6%), com foco no tratamento de doenças neurológicas, e a especialista em serviços de TI DXC Technology (US$ 39 bilhões, desvalorização de 25%). 
 

*Dados provenientes da YCharts, coletados em 20 de dezembro de 2019, e atualizados no dia 02 de fevereiro de 2020 pelo FacSet. 

**Com informações da Forbes e MarketWatch 

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