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Nubank em 2020: expansão de ofertas e rentabilização de produtos consolidados

Recém-chegado do Itaú para assumir o cargo de Diretor de Finanças (CFO) do Nubank, Marcelo Kopel detalhou os objetivos da fintech no curto prazo: expansão da base de clientes e lançar novos recursos em produtos mais estabelecidos no mercado.  Em entrevista ao Valor Econômico, o executivo explicou que a expansão de sua base de clientes […]

Publicado: 11/05/2026 às 13:07
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Construção civil — Foto: Reprodução

Recém-chegado do Itaú para assumir o cargo de Diretor de Finanças (CFO) do Nubank, Marcelo Kopel detalhou os objetivos da fintech no curto prazo: expansão da base de clientes e lançar novos recursos em produtos mais estabelecidos no mercado. 

Em entrevista ao Valor Econômico, o executivo explicou que a expansão de sua base de clientes é um dos principais objetivos da companhia. Até o final do ano, o Nubank espera alcançar 30 milhões de clientes no final de 2020.  Meta bem possível, se analisarmos que a empresa saltou de 10 milhões para 20 milhões em um período menor do que seis meses. 

Outro objetivo da marca é criar novos produtos para os cartões de crédito, produto mais famoso da startup, e habilitá-lo para funcionar como um meio de financiamento.

Dentro desse cenário, a companhia estaria considerando oferecer um serviço de crediário (parcelado com juros) ou ampliar a operação de empréstimos pessoais. Apesar de não abrir números, Kopel afirmou ao Valor que o cartão já é um serviço rentável e que a inadimplência está “bem controlada”. 

O lançamento geral de uma conta para pessoa jurídica — que atualmente está em fase de testes — e a ampliação de oferta de investimentos, abrindo a plataforma para produtos de outras empresas, são alternativas que estão no radar da companhia. 

O CFO também ressaltou uma informação que já foi dada por outras lideranças da empresa: o lucro só não aparece para a startup (que fechou o primeiro semestre de 2019 com prejuízo de R$ 139,5 milhões) porque ela investe todo o capital excedente dentro do negócio. 

Em 2019, a companhia foi avaliada em US$ 10 bilhões (se tornando um decacórnio), após receber aporte de US$ 400 milhões em sua sétima rodada de investimentos. 

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