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Google se propõe a não usar dados da Fitbit para obter aprovação da EU

Anunciada em novembro, a compra da Fitbit pela Google por US$ 2,1 bilhões ainda está sob avaliação da União Europeia já que membros da instituição acreditam que a união dos negócios   aumentará o monopólio de dados da gigante de tecnologia.  Para entrar em acordo com o órgão e aumentar as chances de que a compra […]

Publicado: 29/04/2026 às 16:14
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Construção civil — Foto: Reprodução

Anunciada em novembro, a compra da Fitbit pela Google por US$ 2,1 bilhões ainda está sob avaliação da União Europeia já que membros da instituição acreditam que a união dos negócios   aumentará o monopólio de dados da gigante de tecnologia. 

Para entrar em acordo com o órgão e aumentar as chances de que a compra seja aprovada  na região, a empresa de Mountain View propôs na segunda que a companhia não tenha acesso aos dados de saúde gerados pela Fitbit, de acordo com reportagem da Reuters

“Este acordo é sobre dispositivos, não dados. Agradecemos a oportunidade de trabalhar com a Comissão Europeia em uma abordagem que protege as expectativas dos consumidores de que os dados do dispositivo Fitbit não serão usados para publicidade”, afirmou o Google em comunicado por email. 

Dentro do mercado de dispositivos móveis, Apple, Xiaomi, Huawei e Samsung possuem uma participação muito mais significativa do que a Fitbit na venda de pulseiras e relógios inteligentes. Mas, com a aquisição, a expectativa é a de que a estrutura da Google ajudaria na expansão dos produtos da empresa. 

E é esse mesmo motivo que faz com que a compra seja vista com cuidado por conta dos órgãos, já que existe uma preocupação de que a Google utilize os dados de saúde gerados pela empresa para aumentar seu sistema de publicidade on-line. Porém, como essa questão não se enquadra nas regras de concorrência e com a proposta da empresa, essa questão pode facilitar a aprovação. 

No momento atual do processo, a Comissão europeia responsável por analisar essa fusão está buscando o feedback de usuários e empresas para decidir se o acordo será aprovado, bloqueado ou se serão necessárias mais concessões para seguir com o negócio. 

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