O Brasil caiu duas posições no ranking geral do Índice Global de Inovação (IGI) 2025, se estabelecendo na 52ª colocação, atrás apenas do Chile (51ª) entre os países LATAM. O levantamento, realizado pela World Intellectual Property Organization (WIPO), avalia tanto a capacidade de produção de inovação dos países, assim como seus investimentos para manter um […]
O Brasil caiu duas posições no ranking geral do Índice Global de Inovação (IGI) 2025, se estabelecendo na 52ª colocação, atrás apenas do Chile (51ª) entre os países LATAM. O levantamento, realizado pela World Intellectual Property Organization (WIPO), avalia tanto a capacidade de produção de inovação dos países, assim como seus investimentos para manter um ecossistema que possibilite tal, como incentivo à ciência, infraestrutura e formação de profissionais na área.
De acordo com a própria WIPO, a queda pode ser associada à uma desaceleração presente em toda a América Latina e uma presente lacuna na economia brasileira para conectar academia à indústria. Ainda assim, o Brasil se destaca como líder na capacidade de produção de inovação da região, classificando-se no topo em termos de produção de conhecimento e tecnologia (50º) e produção criativa (50º).
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O país também se manteve, pelo quinto ano seguido, no grupo de “super desempenho”, composto por nações que produzem acima das expectativas diante do seu nível de desenvolvimento. O destaque é atribuído à produção científica presente em São Paulo, que figura entre as 50 melhores do mundo.
No ranking geral, a Suíça se manteve como o país mais inovador do mundo pelo quinto ano consecutivo. A Suécia e os Estados Unidos também se mantiveram como 2° e 3° colocados, respectivamente, pelo terceiro ano. Além disso, pela primeira vez, a China (10°) adentrou o top 10 de países mais inovadores do mundo.
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