O Cubo Itaú, ecossistema de inovação localizado em São Paulo, capital, anunciou essa semana o lançamento do D4iD, acrônimo do inglês para Deep Techs para a Descarbonização da Indústria. A iniciativa tem como objetivo mapear e impulsionar startups de base científica e tecnológica que estão criando soluções para a descarbonização industrial. As inscrições ficam abertas […]
O Cubo Itaú, ecossistema de inovação localizado em São Paulo, capital, anunciou essa semana o lançamento do D4iD, acrônimo do inglês para Deep Techs para a Descarbonização da Indústria. A iniciativa tem como objetivo mapear e impulsionar startups de base científica e tecnológica que estão criando soluções para a descarbonização industrial.
As inscrições ficam abertas até 17 de outubro e busca conectar startups, empresas, investidores e especialistas. A ideia é incentivar o “go-to-market”, ou seja, o processo de levar uma tecnologia do laboratório ao mercado. As soluções precisam viabilizar a transição para uma economia de baixo carbono no Brasil.
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O programa é co-realizado com a Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK), com parceria com a Emerge Brasil. O comitê estratégico reúne empresas de vários segmentos, inclusive o próprio Itaú, que contribuirão com conhecimento técnico, desafios reais de negócio e oportunidades de colaboração com as startups participantes.
“Deep techs têm o poder de transformar setores inteiros e gerar impacto real em desafios globais. (…) Nosso foco é reduzir riscos tecnológicos, fomentar conexões internacionais e viabilizar soluções que contribuam de forma concreta para a descarbonização”, diz em comunicado Jana Brito, especialista ESG do Cubo Itaú.
O D4iD foi estruturado em cinco etapas complementares. A primeira é o mapeamento e seleção, que identifica e forma um grupo de startups alinhadas às diretrizes do programa e aos desafios de descarbonização propostos. Depois ocorre a imersão e pré-aceleração, em que as startups desenvolvem propostas de projetos aderentes às verticais do programa.
A terceira fase é a aceleração, voltada às provas de conceito (PoC), produtos mínimos viáveis (MVPs) e simulações, conforme o estágio de cada startup. A quarta etapa, de internacionalização, promove a inserção das soluções no mercado internacional, o que inclui a previsão de participação de um roadshow na Alemanha e a participação na Hannover Messe 2026.
A última etapa, de participação em eventos, busca dar às startups chances de apresentar resultados em fóruns diversos, incluindo o Encontro Econômico Brasil-Alemanha e a Semana do Clima 2026.
As verticais da iniciativa abrangem quatro grandes frentes de impacto: Transições Energéticas, Infraestrutura de Baixo Carbono, Mobilidade e Logística de Baixa Emissão e Agronegócio Regenerativo e Bioindustrial, com a Bioeconomia como tema transversal.
Startups interessadas podem se inscrever até o 17 de outubro de 2025 nesse link.
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