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AMD vive o melhor ano de sua história com recorde de receita no Brasil e no mundo

Em um encontro com parceiros, distribuidores e clientes em Cabreúva (SP), a AMD apresentou, na última semana, sua visão para o futuro da computação de alto desempenho e da inteligência artificial (IA). O evento aconteceu em um momento de entusiasmo para a companhia, que reforçou a importância da consistência estratégica e da colaboração dentro do […]

Publicado: 07/03/2026 às 17:47
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Sergio Santos, diretor-geral da AMD Brasil (receita)
Construção civil — Foto: Reprodução

Em um encontro com parceiros, distribuidores e clientes em Cabreúva (SP), a AMD apresentou, na última semana, sua visão para o futuro da computação de alto desempenho e da inteligência artificial (IA). O evento aconteceu em um momento de entusiasmo para a companhia, que reforçou a importância da consistência estratégica e da colaboração dentro do ecossistema tecnológico.

Leia mais: Ex-Google e Meta levantam US$ 100 milhões para criar startup de servidores de IA

“Este está sendo o melhor ano da história da AMD. Tivemos um trimestre recorde, que nos coloca no caminho para o maior faturamento global de todos os tempos”, afirmou Sergio Santos, diretor-geral da AMD Brasil. “A arquitetura Zen [família de microarquiteturas de processadores lançada em 2017] é o nosso diferencial. Usamos a mesma base em notebooks, desktops e servidores, o que nos permite escalar tecnologia de forma sustentável. A consistência virou o nosso maior ativo.”

Os números reforçam o otimismo. No terceiro trimestre, a AMD registrou receita de US$ 9,2 bilhões, um crescimento de 36% em relação a 2024. O lucro líquido chegou a US$ 1,24 bilhão, alta de 61%, enquanto a margem bruta alcançou 52%, dois pontos percentuais acima do ano anterior.

Data centers e PCs com IA impulsionam o salto

O segmento de data centers segue como um dos pilares da companhia, com US$ 4,3 bilhões em receita – um crescimento de 22% ano a ano. A unidade de negócio é impulsionada pela forte demanda pelos processadores Epyc de 5ª Geração e pelas GPUs Instinct MI350.

A divisão de clientes e games também apresentou avanço expressivo, com crescimento de 73%, alcançando US$ 4 bilhões e registrando recorde histórico nas vendas da linha Ryzen. O segmento Radeon, de placas de vídeos, também registrou crescimento de 181%.

“Um dos fatores do sucesso é a execução consistente do nosso roadmap. Isso cria confiança, previsibilidade e parcerias duradouras”, reforçou Santos.

Além do domínio nos servidores, a AMD aposta na popularização dos PCs com inteligência artificial embarcada – tendência confirmada pelo relatório global da companhia, intitulado “O Ano do PC com IA é 2025”.

O documento, desenvolvido em parceria com a Forrester, aponta que 2025 marca o ponto de virada na adoção dessas máquinas, à medida que uma nova geração de dispositivos equipados com NPUs –  unidades de processamento neurais – chega ao mercado em diversas faixas de preço. Para a AMD, esses PCs representam um novo paradigma de produtividade corporativa, com ganhos em quatro frentes:

  • Produtividade e criação de conteúdo: tarefas como escrita, edição e análises executadas localmente, com menor latência.
  • Colaboração inteligente: tradução em tempo real, cancelamento de ruído e videochamadas otimizadas por IA local.
  • Desempenho e durabilidade: NPUs que ajustam temperatura, clock e consumo, ampliando a vida útil dos dispositivos.
  • Computação personalizada: máquinas que aprendem hábitos e se adaptam ao estilo de trabalho de cada usuário.

Também presente no evento, Eloisa Devito, gerente geral de Vendas da Microsoft, analisou o papel da nova geração de PCs com IA no ambiente corporativo. Segundo ela, os dispositivos equipados com Copilot marcam uma mudança de paradigma na forma como a computação é distribuída.

“Estamos saindo da lógica de depender exclusivamente da nuvem. A inteligência agora se desloca para o próprio dispositivo – a IA passa a operar localmente, com maior autonomia”, explicou. “É a convergência entre hardware e inteligência. O computador passa a compreender o contexto de uso, otimizar tarefas e apoiar decisões de forma mais eficiente.”

Já para Fabiano Schunck, gerente da AMD Brasil para pequenas e médias empresas (PMEs), os PCs com IA também representam um salto em segurança e eficiência para as empresas. “Com a NPU local, é possível processar dados sensíveis dentro da própria máquina, sem depender da nuvem. Isso acelera o trabalho e reduz riscos. É como ter um assistente dentro do computador”, defendeu.

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